Carlinhos Santana

” Carlos Amado Santana, nasceu no dia 11 de março de 1990, na cidade de Caculé.  Filho de família humilde, ainda recém nascido, os seus pais mudaram para a cidade de Malhada, no interior da Bahia, à margem direita do Rio São Francisco.

Carlos Santana - foto

Ainda garoto, tinha a inclinação pelas artes, principalmente a arte do desenho. Com esse magnífico dom, ainda criança, os seus olhos brilhavam como as estrelas, no céu azul e lhe atraiam vendo a mágica e a beleza da arte do criador. Ele contemplava a mãe natureza com os olhos de um Leonardo Da Vinci, talvez com os olhos de um Miguel Ângelo Buonarroti, e sonhava já com o pincel na sua mão, a imaginar a criação de uma tela a óleo de uma linda mulher, talvez a de Dalila! Qual o alvorecer da manhã, quando o sol se ergue do fundo do mar com seus raios multicores, já lhe chamava atenção na beleza das cores. Mas o garoto Carlos Amado Santana, que eu passo a chamá-lo de Carlinhos Santana, não sabia que poderia pintar a lápis. Na escola onde estudava, quando o trabalho escolar era de desenho, ele já mostrava a sua habilidade perante os colegas e a sua professora. Já possuía a habilidade com o lápis.   Entretanto, ele não sabia que existisse pintura à óleo, nem artes realistas, tampouco pintores famosos.   Sabia apenas que aquilo lhe despertava, e lhe dava o prazer de desenhar algumas figuras de pessoas e paisagem da natureza. Foi crescendo o seu conhecimento sobre os grandes artistas e as técnicas de como pintar a lápis e a óleo. E assim, foi desenvolvendo com bastante habilidade vários tipos de pinturas, de paisagens da natureza, utilizando várias técnicas da bela arte de pintar; e assim já está conhecido em toda região, os seus quadros são vendidos para muita gente que ama a arte da pintura. Hoje, Carlinhos Santana já tem trabalhos em vários lugares do Brasil como Rio de Janeiro, Brasília, São Paulo, na nossa região e, é claro, na Bahia.

Sobre a sua principal referência na arte de pintura, ele tem Rose Fernandes, artista plástica da cidade de Guanambi, estado da Bahia. Para Carlinhos, a arte dela é algo inacreditável. O máximo que um artista pode chegar. E com essa humildade ele, com seu pincel, vai moldado na sua perspectiva e passa para a tela onde os que vêem o admiram e não deixam de lhe prestarem homenagem e admiração. É autodidata, estudante, ainda a prestar vestibular para seguir a sua carreira que é a arte plástica da imagem em tela a óleo e a lápis. Aqui, no facebook, ele surpreende muita gente, principalmente no seu mural e no grupo Memórias da Carinhanha, onde há uma grande quantidade de pessoas intelectuais e, quando ele posta lá nesse grupo algumas imagens pintada a óleo e a lápis, é uma grande admiração pelo trabalho do Carlinhos, que é realmente um verdadeiro artista plástico. Nasceu com o dom de ser um grande pintor baiano à margem do Velho Chico.”

Honorato Ribeiro dos Santos.
Poeta e escritor.

 

 

Malhada - Carlinhos Santana - 7abril2016
foto do facebook de Carlinhos, na comemoração de emancipação política da cidade de Malhada (BA), em 7 de abril de 2016

 

página no Facebook:
https://m.facebook.com/Carlinhos-Santana-arts-1460978354119679/

 

 

 

 

A Barragem do Comocoxico

A barragem está localizada no município de Caculé (latitude: -14:32:42 e longitude: -42:16:41)  e sua construção foi finalizada em 1948.
Com capacidade de 1.500.000 m3  e uma vazão de 0,025 m3/s.

“As represas Anajé, Comocoxico, Divino, Morrinhos, Pedras e Tremedal estão situadas na Bacia do Rio de Contas e as represas Água Fria e Angico na Bacia do Rio Pardo.” [1]

“A Bacia do Rio de Contas, com área de 55.335 km2, a mais importante do Sudoeste da Bahia, é quase toda formada por terrenos cristalinos, onde os recursos de água subterrâneos são escassos.” [1]

“A Sub-Bacia do Rio do Antônio faz parte da Bacia do Rio das Contas, está localizada no Centro-Sul do Estado da Bahia, na região do Alto das Contas. Abrange os Municípios de Jacaraci, Licínio de Almeida, Caculé, Ibiassucê, Rio do Antônio, Guajeru, Malhada de Pedras e Brumado.
É iniciada a partir de uma rede de drenagem em Licínio de Almeida, formada pelos Rios Cachoeirão, Paiol, Salto, Batalhão, São Domingos, Barreiro e pelos riachos Fundo e Tamboril, sendo que a partir do encontro do Rio do Salto com o Paiol em Caculé é formado o Rio do Antônio. ” [2]

” O aumento da disponibilidade hídrica tem sido efetivado pela ativação dos recursos de superfície, sendo que atualmente existem mais de duas dezenas de açudes de grande e médio porte, com uma capacidade disponível total de armazenamento de mais de dois bilhões de metros cúbicos de água, da qual um volume significativo encontra-se com a qualidade deteriorada devido ao processo de salinização.” [1]

 

 

 

Fotos feitas por Edilson Ribeiro,  em 12.2.2017:


Fontes:
[1] transcrição do artigo “AVALIAÇÃO DA SALINIZAÇÃO DE AÇUDES NO SEMI-ÁRIDO BRASILEIRO POR ICP-AES” – José Soares dos Santos (UESB) e Elisabeth de Oliveira e Sérgio Massaro (USP) – de 22.3.1999 – link: http://www.scielo.br/pdf/qn/v23n4/2641.pdf – acessado em 15.2.2016
[2] transcrição do post no Blog do MODERA e conforme a GEOHIDRO (1993); CRA (1999) e MODERA (2002)  – https://moderamovimento.wordpress.com/bacia-do-rio-do-antonio/ – acessado em 26.2.2016

A obra de Moraes Moreira

Antônio Carlos Moreira Pires, nasceu em Ituaçu, em 8.7.1947.
Seu primeiro instrumento foi a sanfona. Logo depois, passou a tocar violão e guitarra.
Residiu em Caculé, para estudar o Científico (atual Ensino Médio), entre 1963 e 1966.
Em 1966, transferiu-se para a cidade de Salvador e foi morar em uma pensão, onde conheceu Paulinho Boca de Cantor e Luis Galvão, com os quais formaria mais tarde o grupo Os Novos Baianos. Por essa época trabalhava como bancário.

 

Dados Artísticos

Em 1968, juntamente com Paulinho Boca de Cantor, Luis Galvão, Pepeu Gomes e Baby Consuelo (hoje Baby do Brasil), formou o grupo Os Novos Baianos, que fez sua estréia com o show “Desembarque dos bichos depois do dilúvio”, em Salvador.

No ano seguinte, participou, com o conjunto, do V Festival da Música Popular Brasileira da TV Record de São Paulo, com sua composição “De Vera” (c/ Galvão). A canção foi registrada no primeiro LP do grupo, lançado nesse mesmo ano, ao lado de outras da mesma dupla de parceiros como “É ferro na boneca” e “A casca de banana que pisei”.

Em 1970, Baby Consuelo lançou um compacto simples, pela RGE, contendo outra música de sua autoria, “Curto de véu e grinalda” (c/ Galvão).

Ainda no início dos anos 1970, transferiu-se com os outros integrantes do conjunto Os Novos Baianos para o Rio de Janeiro, vivendo inicialmente em um apartamento em Botafogo e, mais tarde, em um sítio em Vargem Grande.

Em 1972, o grupo incorporou o baixista carioca Dadi e os percussionistas Jorginho Gomes, Baixinho e Luis Bolacha. Redirecionado musicalmente pela influência de João Gilberto, amigo de infância de Luis Galvão, o conjunto gravou, pela Som Livre, o LP “Acabou Chorare”, contendo, entre outras, canções de sua parceria com Galvão, como a faixa título, “Mistério do planeta”, “A menina dança”, “Um bilhete pra Didi”, “Tinindo trincando” e “Preta, Pretinha”, esta última vindo a se tornar um dos maiores sucessos do grupo, que também ficaria conhecido pela releitura de “Brasil pandeiro” (Assis Valente), incluída nesse mesmo LP.

Em 1973, ainda com o grupo, lançou o LP “Novos Baianos Futebol Clube”. Neste disco, foram registrados outros sucessos de sua autoria, como “Besta é tu” (c/ Pepeu e Galvão), “Sorrir e cantar como Bahia” e “Só se não for brasileiro nessa hora”, ambas em parceria com Galvão, entre outras. O disco incluiu também uma releitura de “Samba da minha terra” (Dorival Caymmi), que se tornaria outro grande sucesso do conjunto.

Em 1974, ainda com o grupo, lançou pela Continental o LP “Linguagem do alunte”, no qual foram incluídas, de sua parceria com Galvão, a faixa-título, “Ao poeta”, “Reis da bola”, “Ladeira da praça” e “Fala tamborim”, entre outras. Com a dissolução do conjunto, partiu para carreira solo. Nesse mesmo ano, participou da trilha sonora da novela “Gabriela” (TV Globo), na qual interpretou sua música “Guitarra baiana”.

Em 1975, lançou seu primeiro disco solo, “Moraes Moreira”.

No ano seguinte, iniciou uma parceria com o poeta Fausto Nilo, com quem compôs “Santa fé”, tema de abertura da novela “Roque Santeiro” (Rede Globo). Ainda em 1976, participou, como cantor, do Trio Elétrico de Dodô e Osmar.

Lançou, em 1977, o LP “Cara e coração”.

Em 1978, lançou o LP “Alto falante”. Nesse mesmo ano, Zezé Motta interpretou sua música “Crioula” em disco lançado pela gravadora Atlantic.

Em 1979, lançou o LP “Lá vem o Brasil descendo a ladeira”. Nesse mesmo ano, Terezinha de Jesus incluiu no repertório do LP “Vento Nordeste” (CBS) sua composição “Fogo fátuo” (c/ Chacal). Também em 1979, Zizi Possi e o grupo A Cor do Som interpretaram “Fruto maduro”, de sua autoria. Ainda nesse ano, Paulinho Boca de Cantor, ex-integrante dos Novos Baianos e também seguindo carreira solo, incluiu diversas composições de sua autoria em disco lançado pela gravadora Epic: “Nossa trajetória” (c/ Paulinho e Galvão), “Mambeando à beira mar” (c/ Jorginho, Paulinho e Galvão), “Leva o vento” (c/ Galvão) e “Eu sou um padeiro”.

Em 1980, lançou o LP “Bazar brasileiro”. Nesse mesmo ano, Terezinha de Jesus registrou, no LP “Caso de amor”, sua música “Tua sedução” (c/ Fausto Nilo).

Em 1981, lançou o LP “Moraes Moreira. Elza Maria incluiu, no disco “Entra na Rosa” (PolyGram), lançado também nesse ano, sua canção “Pelo microfone” (c/ Fausto Nilo). A música seria regravada mais tarde, também com sucesso, por Elba Ramalho. Ainda em 1981, a dupla Bendegó, formada por Capenga e Gereba, gravou “Do I Ching ao Xingu”, de sua parceria com Capenga e Antonio Risério.

Lançou, em 1982, o LP “Coisa acesa”. Nesse mesmo ano, com direção e roteiro de Fred Góes, montou o show “Pintando o oito”, apresentado no Anhembi (SP). Também em 1982, Ângela Maria gravou sua canção “Sempre Ângela” (c/ Fred Góes e Paulo Leminski).

No ano seguinte, lançou o LP “Pintando o oito”.

Em 1984, gravou o LP “Mancha de dendê não sai”. Também nesse ano, Zezé Motta incluiu, no LP “Frágil força”, sua música “Nega Dina” (c/ Capinan) e Zizi Possi regravou “Dê um rolê” (c/ Galvão), sucesso dos anos 1970 na voz de Gal Costa.

Em 1985, Beth Carvalho interpretou “O encanto do Gantois”, de sua parceria com Edil Pacheco. Ainda nesse ano, compôs com Fausto Nilo “Olhos de Xangô”, incluída na minissérie “Tenda dos Milagres” (Rede Globo). Também em 1985, Luiz Gonzaga gravou “Instrumento bom”, de sua parceria com Fred Góes.

Em 1986, lançou o LP “Tocando a vida”. Nesse ano, sua composição “Dança do amor” (c/ João Donato) foi interpretada por Tânia Alves, no LP “Dona de mim” (CBS).

Em 1987, gravou o LP “Mestiço é isso?”. Nesse ano, Fausto Nilo lançou o disco “12 Letras de Sucesso”, no qual o letrista compilou algumas de suas músicas mais conhecidas, em gravações de grandes artistas da MPB, algumas de autoria da dupla, como “Bloco do prazer”, com Gal Costa, e “De noite e de dia”, com Maria Bethânia, além de sua própria gravação de “Meninas do Brasil” e “Santa Fé”.

Em 1988, lançou os LPs “Bahiano fala cantando” e “República da música”. Também nesse ano, apresentou-se, ao lado de Armandinho, em turnê de shows nos Estados Unidos.

Em 1989, Elba Ramalho interpretou “Popular brasileira”, de sua parceria com Fred Góes, faixa que deu título ao disco da cantora. Nesse mesmo ano, Fred Góes fez o roteiro de seu especial para a Rede Manchete. Ainda em 1989, participou do disco de Armandinho.

Em 1990, fez dupla com Pepeu Gomes, com quem lançou o disco “Moraes e Pepeu”. No ano seguinte, o disco foi lançado no Japão.

Em 1991, gravou o disco “Cidadão”, no qual registrou, entre outras, “Leda” (c/ Paulo Leminski) e a faixa-título, de sua parceria com Capinan.

Um ano depois, convidado por Almir Chediak, participou do songbook de Gilberto Gil, interpretando ao lado de seu filho Davi Moraes a música “Procissão”.

Em 1993, lançou o CD “Terreiro do mundo”, com destaque para sua canção “Agradeça ao Pelô” (c/ Neguinho do Samba), e o CD “Tem um pé no Pelô”.

Gravou, no ano seguinte, o CD “O Brasil tem conserto”.

Em 1995, lançou o CD “Acústico Moraes Moreira”, interpretando 15 sucessos de sua carreira, dentre os quais “Lá vem o Brasil descendo a ladeira” (c/ Pepeu), “Festa do interior” (c/ Abel Silva), “Coisa acesa” (c/ Fausto Nilo), “Acabou chorare” e “Preta Pretinha”, ambas com Galvão.

Em 1996, lançou o CD “Estados”.

No ano seguinte, juntamente com Baby do Brasil, Paulinho Boca de Cantor, Luis Galvão e Pepeu Gomes, entre outros componentes do grupo Novos Baianos, apresentou o show “Infinito Circular”, no Metropolitan (RJ). O espetáculo foi gravado e deu origem ao disco homônimo, lançado no mesmo ano. Ainda em 1997, gravou gravou o CD “50 Carnavais”, contendo sete músicas inéditas e cinco regravações de antigos sucessos.

Em 1999, lançou o CD “500 sambas”.

Em 2001, participou do Rock In Rio, apresentando-se, com seu trio elétrico, no Palco Mundo.

Lançou, em 2003, o CD “Meu nome é Brasil”, contendo suas canções “Violão cidadão” e “Mais que palavras”, ambas com Fred Góes, “Minha pérola”, “Choro novo” (c/ Armandinho), “Indagações de um analfabeto” (c/ Zé Walter), “Rainha da cocada preta” (c/ Tavinho Paes), “Me azara meu amor” (c/ Abel Silva), “Eu sou o caso deles” (c/ Galvão) e “Tô fazendo” (c/ Fred Góes e Maria Vasco), além de “Gente humilde” (Garoto, Chico Buarque e Vinícius de Moraes), “Respeita Januário” (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira), “Aos pés da Cruz” (Marino Pinto e Zé da Zilda) e “Trem das Onze” (Adoniran Barbosa). Fez show de lançamento do disco no Teatro Rival BR (RJ).

Em 2005, gravou o CD “De repente”, contendo suas canções “Povo brasileiro” (c/ Armandinho), “Pra vida inteira”, “Baião D2”, “Palavra de poeta” (c/ Fred Góes) e “Na glória do samba”, entre outras. Fez show de lançamento do disco na Feira de São Cristóvão, ponto de encontro do povo nordestino no Rio de Janeiro, e na Modern Sound (RJ).

Constam da relação dos intérpretes de suas canções, além dos já citados, Daniela Mercury (“Monumento vivo”, com Davi Moraes), Ney Matogrosso, Luis Melodia (“Mistério do planeta”, com Luis Galvão), Fagner, Simone (“Pão e poesia”, com Fausto Nilo), Marisa Monte (“Dê um rolê”, com Galvão) e Gal Costa (“Festa do Interior”, com Abel Silva, música mais tocada em 1982), entre vários outros.

Em linguagem de cordel, lançou, em 2007, o livro “A história dos Novos Baianos e outros versos” (Língua Geral Editora), acompanhado de um CD que registra sua voz na leitura do cordel e também de poemas inéditos e letras de sua autoria. O lançamento foi celebrado na Modern Sound (RJ), com leitura de trechos do livro e performance musical, ao lado de seu filho, o guitarrista Davi Moraes.

Lançou, em 2009, o CD e DVD “Moraes Moreira – A História dos Novos Baianos e Outros Versos”, gravado na Feira de São Cristovão, com direção de João Falcão. No repertório, suas canções “Ferro na boneca”, “Acabou Chorare”, “Mistério do Planeta”, “A menina dança” e “Preta Pretinha”, todas em parceria com Galvão, “Lá vem o Brasil descendo a ladeira” (c/ Pepeu Gomes), “Sintonia” (c/ Zeca Barreto e Fred Góes), “Eu também quero beijar” (c/ Pepeu Gomes e Fausto Nilo), “Bloco do prazer” (c/ Fausto Nilo”, “Spok Frevo Spok” (c/ Fernando Caneca), “Chame gente” (c/ Armandinho) e “Festa do interior” (c/ Abel Silva), além de “Um bilhete pra Didi” (Jorge Gomes), “Brasil Pandeiro” (Assis Valente) e “Vassourinhas” ( Matias da Rocha e Joana Batista Ramos).

Em 2010, lançou o livro “Sonhos elétricos”, reunindo crônicas, cordéis, letras de músicas e fatos de sua biografia.

Apresentou-se, em 2011, no Instituto Moreira Salles, com o repertório do disco “Acabou Chorare”, LP antológico lançado, em 1972, pelo grupo Os Novos Baianos, do qual é fundador. O show, recheado de histórias do conjunto, contou com a participação de Davi Moraes.

Lançou, em 2012, o CD “A revolta dos ritmos”, primeiro disco de inéditas em sete anos. No repertório, “Feito Jorge Ser Amado”, “A dor do poeta”, “Brasileira Academia” e a faixa-título, entre outras. Também nesse ano, participou da série “Grandes nomes, grandes discos”, na casa Miranda (RJ), falando sobre o LP “Acabou Chorare” e interpretando canções do disco que gravou com o grupo Os Novos Baianos em 1972. A mesa contou com a participação do pesquisador Fred Góes. Ainda em 2012, foi um dos palestrantes da série “De conversa em conversa” do 3º Salão de Leitura, realizado no Teatro Popular de Niterói. Nesse mesmo ano, celebrando os 40 anos de lançamento do disco “Acabou chorare”, que gravou como integrante do grupo Os Novos Baianos, fez show ao lado do filho, Davi Moraes, no Instituto Moreira Salles. Em seguida, saiu em turnê comemorativa, que teve estreia no Studio RJ, no Rio, desta vez com a participação de outros músicos.

Em 2013, fez show de lançamento do CD “A revolta dos ritmos” no espaço Miranda (RJ). Nesse mesmo ano, foi contemplado com o Prêmio da Música Brasileira, nas categorias Melhor Cantor Regional e Melhor Álbum Regional, pelo CD “A revolta dos ritmos”. Ainda em 2013, apresentou o show “Pé de Serra” no Teatro Net Rio (RJ).

 

Obra

  • A casca de banana que eu pisei (c/ Galvão)
  • A dor do poeta
  • A lua dos amantes (c/ Pepeu Gomes)
  • A menina dança (c/ Galvão)
  • A revolta dos ritmos
  • Acabou chorare (c/ Galvão)
  • Agradeço ao Pelô (c/ Neguinho do Samba)
  • Alto falante
  • América tropical (c/ Pepeu Gomes)
  • Ao Poeta (c/ Pepeu e Galvão)
  • Arco-íris (c/ Sivuca e Glorinha Gadelha)
  • Atrás da verde e rosa só não vai quem já morreu (c/ David Antonio Corrêa, Paulo Roberto Carvalho, Carlos Expedito Sena Machado, Ubirajara da Conceição Araújo e Abel Silva)
  • Aventura de Deus (c/ Fred Góes)
  • Baião D2
  • Balança Rio (c/ Fred Góes)
  • Baldes do Maracanã (c/ Abel Silva)
  • Banda Cigana (c/ Pepeu Gomes)
  • Beber na fonte (c/ Fred Góes)
  • Bem viver (c/ Pepeu Gomes)
  • Besta é tu (c/ Pepeu e Galvão)
  • Bloco do prazer (c/ Fausto Nilo)
  • Boca do balão (c/ Fred Góes e Zeca Barreto)
  • Brasil campeão (c/ Pepeu Gomes)
  • Brasileira Academia
  • Bumerangue (c/ Abel Silva)
  • Calundu (c/ Fred Góes)
  • Carnaval (c/ Abel Silva, David Batteau e Mary Elker)
  • Chuvisco no samba (c/ Pepeu Gomes)
  • Cidadão (c/ Capinan)
  • Cidade dos brasileiros (c/ Abel Silva)
  • Coisa Acesa (c/ Fausto Nilo)
  • Colégio de Aplicação (c/ Galvão)
  • Cordão de ouro (c/ Fred Góes)
  • Cosia acesa (c/ Fausto Nilo)
  • Crioula
  • Curto de véu e grinalda (c/ Galvão)
  • Dança do amor (c/ João Donato)
  • De noite e de dia (c/ Fausto Nilo)
  • Dê um rolê (c/ Galvão)
  • De vera (c/ Galvão)
  • Do I Ching Ao Xingú (c/ Capenga e Antonio Risério)
  • É bom suar (c/ Pepeu Gomes e Fred Góes)
  • É ferro na boneca (c/ Galvão)
  • Espírito esportivo (c/ Abel Silva)
  • Estado de graça (c/ Armandinho)
  • Eu sou o caso deles (c/ Galvão)
  • Eu sou um pandeiro
  • Eu também quero beijar (c/ Fausto Nilo e Pepeu Gomes)
  • Fala tamborim (c/ Galvão)
  • Feito Jorge Ser Amado
  • Feito Muhammed Ali (c/ Abel Silva)
  • Felicidade no ar (c/ Galvão)
  • Festa do interior (c/ Abel Silva)
  • Fogo fátuo (c/ Chacal)
  • Forró do ABC (Patinhas)
  • Fruto maduro
  • Guitarra cigana
  • Idade dos brasileiros (c/ Abel Silva)
  • Instrumento bom (c/ Fred Góes)
  • Lá vem o Brasil descendo a ladeira (c/ Pepeu Gomes)
  • Ladeira da praça (c/ Galvão)
  • Leda (c/ Paulo Leminski)
  • Leva o vento (c/ Galvão)
  • Linguagem do alunte (c/ Pepeu Gomes e Galvão)
  • Mais que palavras (c/ Fred Góes)
  • Mambeando a beira-mar (c/ Jorginho, Paulinho Boca de Cantor e Galvão)
  • Melodia do amor (c/ Abel Silva)
  • Meninas de Minas Gerais (c/ Tony Costa e Guilherme Maia)
  • Meninas do Brasil (c/ Fausto Nilo)
  • Meninos do Brasil (c/ Abel Silva)
  • Miragem (c/ Galvão)
  • Mistério do planeta (c/ Galvão)
  • Monumento vivo (c/ Davi Moraes)
  • Na glória do samba
  • Nega Dina (c/ Capinan)
  • Nordeste cosmopolita (c/ Fred Góes)
  • Nossa trajetória (c/ Paulinho Boca de Cantor e Galvão)
  • O Encanto do Gantois (c/ Edil Pacheco)
  • Olhos de Xangô (c/ Fausto Nilo)
  • Os carapintadas (c/ Abel Silva)
  • Outros meninos (c/ Abel Silva)
  • Palavra (c/ Fred Góes)
  • Palavra de poeta (c/ Fred Góes)
  • Pão e poesia (c/ Fausto Nilo)
  • Pelo microfone (c/ Fausto Nilo)
  • Pernambuco e Brasil
  • Piano ex-cravo (c/ Fred Góes e Aroldo Macedo)
  • Pombo correio (c/ Dodô e Osmar)
  • Popular brasileira (c/ Fred Góes)
  • Povo brasileiro (c/ Armandinho)
  • Pra vida Inteira
  • Preta pretinha (c/ Galvão)
  • Quem nunca foi menino (c/ Abel Silva)
  • Rádio coração (c/ Fred Góes)
  • Reis da bola (c/ Pepeu e Galvão)
  • Salseiro (c/ Pepeu Gomes)
  • Salve São Paulo (c/ Béu Machado e Pepeu Gomes)
  • Santa fé (c/ Fausto Nilo)
  • Segue o mantra (c/ Fred Góes e Zeca Barreto)
  • Sempre Ângela (c/ Fred Góes e Paulo Leminski)
  • Sintonia (c/ Fred Góes e Zeca Barreto)
  • Só se não for brasileiro nessa hora (c/ Galvão)
  • Sorrir e cantar como Bahia (c/ Galvão)
  • Swing de Campo Grande (c/ Paulinho Boca de Cantor e Galvão)
  • Tinindo trincando (c/ Galvão)
  • Traiçoeiro caçador (c/ Béu Machado e Pepeu Gomes)
  • Tua sedução (c/ Fausto Nilo)
  • Um bilhete pra Didi (c/ Galvão)
  • Vassourinha elétrica

 

Discografia

  • (2012) A revolta dos ritmos (Moraes Moreira) – Biscoito Fino – CD
  • (2009) Moraes Moreira – A História dos Novos Baianos e Outros Versos • Biscoito Fino
  • (2005) De repente • Rob Digital • CD
  • (2003) Meu nome é Brasil • MZA Music • CD
  • (2000) Bahião com H • Atração Fonográfica • CD
  • (1999) 500 sambas • Abril Music • CD
  • (1997) 50 Carnavais • Virgin • CD
  • (1997) Infinito circular. Os Novos Baianos • PolyGram • CD
  • (1996) Estados • Virgin • CD
  • (1995) Acústico Moraes Moreira • Virgin/EMI-Odeon • CD
  • (1994) O Brasil tem conserto • PolyGram • CD
  • (1993) Terreiro do mundo • PolyGram • CD
  • (1993) Tem um pé no pelô • Som Livre • CD
  • (1991) Moraes e Pepeu no Japão • WEA • LP
  • (1991) Cidadão • Sony Music • CD
  • (1990) Moraes e Pepeu. Moraes Moreira e Pepeu Gomes • WEA • LP
  • (1988) Bahiano fala cantando • CBS • LP
  • (1988) República da música • CBS • LP
  • (1987) Mestiço é isso? • CBS • LP
  • (1986) Tocando a vida • CBS
  • (1985) Tenda dos Milagres • Som Livre • LP
  • (1984) Mancha de dendê não sai • CBS • LP
  • (1983) Pintando o oito • Ariola • LP
  • (1982) Coisa acesa • Ariola • LP
  • (1981) Moraes Moreira • Ariola • LP
  • (1980) Bazar brasileiro • Ariola • LP
  • (1979) Lá vem o Brasil descendo a ladeira • Som Livre • LP
  • (1978) Alto falante • Som Livre • LP
  • (1977) Cara e coração • Som Livre
  • (1976) Roque Santeiro • Som Livre • LP
  • (1975) Moraes Moreira • Som Livre • LP
  • (1975) Gabriela • Som Livre • LP
  • (1974) Linguagem do alunte. Os Novos Baianos • Continental • LP
  • (1973) Novos Baianos Futebol Clube. Os Novos Baianos • Continental • LP
  • (1972) Acabou chorare. Os Novos Baianos • Som Livre
  • (1971) Novos Baianos final do juízo. Os Novos Baianos • PolyGram • Compacto simples
  • (1969) Ferro na boneca. Os Novos Baianos • RGE • LP

 

 

Fonte:  transcrição do site Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira  – http://www.dicionariompb.com.br/moraes-moreira- acessado em 26.2.2016

 

 

 

Caculé e a busca pela neo-humanização

Caculé e a busca pela neo-humanização
Por Fabíola Aquino Coelho – transcrição do artigo publicado no site IRDEB
Cineasta e jornalista

Estou de volta para partilhar com o leitor os objetivos que me norteiam na produção do curta que irá misturar documentário e ficção, intitulado provisoriamente de Caculé uma cidade do milênio, sob a minha direção.

O filme se utiliza de múltiplas possibilidades artísticas para contar de forma atrativa a história desta pequena cidade do Território de Identidade Sertão Produtivo no interior da Bahia, exitosa na implementação de políticas públicas relevantes e promotoras da cidadania.

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A parte documental irá mostrar as ações que convergem para a consecução das 8 objetivos do milênio: erradicar a extrema pobreza e a fome; atingir o ensino básico universal; promover a igualdade entre os sexos e a valorização da mulher; reduzir a mortalidade infantil; melhorar a saúde das gestantes; combater a AIDS, a malária e outras doenças; garantir a qualidade de vida e respeito ao meio ambiente; estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimento sustentável, destacando que é fundamental: o protagonismo da sociedade civil organizada.

Com esse recorte temático associado ao desejo de transmitir a ‘neo-humanização’ (amor verdadeiro por toda a vida seja ela mineral, vegetal ou animal) pretendemos promover a auto-estima e reafirmar o protagonismo das pessoas envolvidas nas ações que levaram Caculé a estar entre as seis selecionadas no Brasil em destaque na Conferência Internacional de Cidades Inovadoras de 2011.

A parceria com a população e amigos de Caculé irá buscar as narrativas do cotidiano com abordagens inusitadas, estimulando olhares sobre as 8 metas da ONU para o desenvolvimento sustentável do milênio, oportunizando aos moradores da cidade a experiência de atuar e participar da produção de um audiovisual;

Para abrilhantar essa produção contaremos com o talento de Antonio Pompêo que é ator e diretor, paulista de São José do Rio Preto, que teve em sua trajetória grandes experiências no teatro, cinema e televisão. Começou como ator de teatro amador, mas foi com o cinema que sua carreira mudou ao participar do filme Quilombo de Cacá Diegues, com o qual foi ao Festival de Cannes de 1985. Como ator fez também: Xica da Silva com direção de Cacá Diegues, Se Segura Malandro, de Hugo Carvana, As Aventuras de Ojuara, direção de Moacir Góes, O Xangô de Baker Street, de Miguel Faria Jr, entre outros.

No teatro encenou Dois Perdidos Numa Noite Suja, O Último Carro e Anjo Negro. Na televisão: Tenda dos Milagres, Sinhá Moça, Mulheres de Areia, Pecado Capital, Rei do Gado e a série A Casa das Sete Mulheres.

É, um dos idealizadores do projeto “A Cor da Cultura”, junto ao Canal Futura e Fundação Roberto Marinho. Dirigiu a série de sete documentários chamado “Mojubá” para o projeto A Cor da Culturado Canal Futura.

Atualmente Antonio Pompêo participa da novela “Rebelde” na TV Record e é nosso parceiro neste projeto onde irá atuar na parte ficcional como o mestre griô no doc-fic Caculé uma cidade do milênio.

Partilho com vocês todos esses anseios e comunico que estamos em busca de patrocínio para viabilizar as idéias apresentadas. O custo de produção deste trabalho é de R$ 65.000,00 (sessenta e cinco mil reais) para finalizar com um filme de 26 minutos. É possível diferentes modos de participação na captação deste recurso como também na produção direta do filme.

Os apoios podem ser aportados no projeto via incentivo direto, em forma de prestação de serviços, ou na participação direta das filmagens, como personagens ou figuração. Cada parceiro será creditado no final do filme de acordo com sua participação, podendo ser elenco, apoio ou patrocínio. Se você tem interesse em ser um destes colaboradores entre em contato comigo pelo email fabiola.aquino@gmail.com e seguiremos em contato. Nosso próximo texto irá apresentar um pouco mais sobre a equipe técnica que compõe esse projeto.

 

Fonte:  transcrição do site IRDEB – http://www.irdeb.ba.gov.br/evolucaohiphop/?p=3976 – acessado em 22.2.2016

 

 

 

 

Anísio Silva

Cantor e compositor nascido em Caculé, Bahia, e radicado no Rio de Janeiro desde a década de 40, foi um dos mais expressivos nomes da música popular nos anos de 1950 e 1960. Atingiu o auge do estrelato em 1960 com a música “Sonhando Contigo”, de sua autoria em parceria com Fausto Guimarães. Na ocasião, estava com 37 anos e exercia a profissão de balconista em uma farmácia, no Rio de Janeiro.

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Chegou a vender mais de dois milhões de cópias e tornou-se o primeiro artista brasileiro a ser agraciado com o disco de ouro. Foi o primeiro intérprete a tornar-se o mais próximo rival de Nelson Gonçalves, brilhando alternadamente com o popular cantor nas paradas de sucesso.
Em 1956, estreou na vida artística ao lançar “Tudo foi Ilusão”, através da pequena gravadora Repertório.
Em 1957, contratado pela Odeon, regravou a mesma música com sucesso estrondoso.

Em 1959, alcançava os primeiros lugares das paradas de sucesso novamente com as músicas “Tu, Somente Tu” e “Quero Beijar-te as Mãos”, ocupando o primeiro posto na venda de discos no Brasil, sempre ao lado de Nelson Gonçalves. O disco “Pensando em Ti” alcançou 400 mil cópias vendidas. Feio, lutou muito tempo por um lugar ao sol, com boa voz e boa interpretação, constituindo-se num fenômeno da gravadora Odeon. Amigo do Presidente Juscelino Kubitschek, Anísio Silva chegou a cantar na inauguração de Brasília, em 1960. No mesmo ano, casou-se com Conceição Sette Câmara Silva, numa cerimônia religiosa realizada em Aparecida do Norte.

Daí até 1963 viveu a grande fase de sua carreira, atuando no rádio e realizando shows em todo o Brasil. São também desse período os sucessos “lnteresseira” (1958), “Alguém me disse” (1960), “Onde estarás” (1961) e “Ave Maria dos namorados” (1963), entre outros, lançados em LPs e discos de 78 rpm.
A partir de 1964, sua popularidade entrou em declínio, embora tenha continuado a lançar LPs anuais até 1968.
O cantor resolveu aposentar-se no auge da fama, em 1968, passando a se apresentar apenas no Forró do 66, clube do qual era proprietário.
Na década de 1970, praticamente abandonou a atividade de cantor, dedicando-se à administração de sua casa de diversão. Em onze anos de carreira, entre 1957 e 1968, gravou 37 discos.

Morreu no Rio de Janeiro de infarto em seu apartamento no bairro do Flamengo, em 18 de fevereiro de 1989.
Deixou dois Filhos, sendo seu filho Vini Silva produtor artístico e cultural, continuador de sua obra.

 

Fonte:  site Memorial da Fama – http://memorialdafama.com/biografiasAB/AnisioSilva.html –  acessado em 24.2.2016

 

 

 

João Carlos de Castro Cavalcanti

João Carlos de Castro Cavalcanti, mais conhecido por João Cavalcanti ou J.C.  – nascido em Caculé, a 26 de outubro de 1948 –   é um geólogo e empresário brasileiro, reconhecido pela descoberta de jazidas de terras raras em Serra do Ramalho e ferrífera em Caetité, no estado da Bahia, entre outras pelas quais é considerado um “farejador de minérios” e foi definido pelo The New York Times como o “geólogo que fala com o cosmo”, descobertas estas que lhe renderam fortuna e notoriedade.

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Formação Educacional:
Formou-se em Geologia pela Escola de Geologia com extensão em Engenharia de Minas, pela Universidade Federal da Bahia, Salvador-BA, 1971.

Atividade Profissional:
Iniciou sua carreira nos grupos Pignatari, atual Caraíba Mineração e Ferbasa. No setor público, funcionário da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral – CBPM, e da Companhia de Recursos Minerais – CRM. Na década de 80 montou uma fábrica de calcário em Santa Maria da Vitória, explorando fontes de água mineral, comercializando para grandes cervejarias; acreditou no potencial econômico das formações ferríferas de Caetité e investiu na região da Serra Geral, abrangendo os municípios de Caetité, Guanambi, Urandi, Caculé, Ibiassucê, e Licínio de Almeida, além dos estados de Minas Gerais e Tocantins. Fez consultoria para empresas: Brahma, MRM, Votorantim, EBX – grupo de Eike Batista, Odebrecht.

 

Artigos e Reportagens:

O Geólogo que virou Bilionário
Artigo no Jornal O Estadão  –  16.7.2008
Acessar no link: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,o-geologo-que-virou-bilionario,190056

Bilionário minerador de Caetité, João Cavalcanti tem carros de luxo penhorados pela Justiça
Reportagem no Jornal CN-Caetité Notícias de 10.10.2015
Acessar o link: http://www.caetitenoticias.com.br/portalcn5/noticia/bilionrio-minerador-de-caetit-joo-cavalcanti-tem-carros-de-luxo-penhorados-pela-justia/2046

O bilionário de Geddel
João Carlos Cavalcanti tem R$ 2 bilhões, não gosta de Carnaval, odeia axé e quer ser vice-governador da Bahia
Revista Isto É Independente de 9.4.2010
Acessar o link: http://www.istoe.com.br/reportagens/64121_O+BILIONARIO+DE+GEDDEL

 

 

Fontes:
– Wikipedia – https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Carlos_de_Castro_Cavalcanti – acessado em 25.2.2016
– Assembléia Legislativa da BA – ALBA – http://www.al.ba.gov.br/assembleia/Titulos-Interna.php?id=287 – acessado em 24.2.2016

 

 

Livro ‘Caculé de Miguelzinho’ – fotos

Selecionamos fotos do livro “Caculé de Miguelzinho”, escrito por José Alves Fróis, em 1967.
Este livro é uma das maiores referências históricas da cidade.

A 1ª edição, original, deste livro, faz parte do Acervo (Reserva Técnica) do Museu de Caculé.

 

 

As fotos estão em tamanho reduzido para facilitar e agilizar a navegação.
As fotos escaneadas em alta resolução está na midiateca do Museu e estaremos indicando o link de acesso em breve.

Fonte: livro “Caculé de Miguelzinho”, escrito por José Alves Fróis, em 1967.