Colégio Estadual Norberto Fernandes

Colégio Estadual Norberto Fernandes

O colégio foi fundado em 1954, pelo Decreto nº. 15.913 de 2 de setembro de 1954, pelo governador Luiz Régis Pacheco Pereira, e foi inicialmente denominado “Ginásio Norberto Fernandes”.
Em 14 de junho de 1955, pela portaria do MEC nr. 667, foi autorizado o funcionamento do Ginásio.   [2]

O primeiro diretor, Professor Antônio de Meireles, era catedrático da Escola Normal de Caetité.   [2]

Nos dias 5 e 7 de maio de 1955 foram realizados os Exames de Admissão.
Dos 90 candidatos inscritos, 3 não compareceram e 72 foram aprovados.
No 1º ano foram matriculados 76 alunos (4 alunos por transferência).   [2]
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” No dia 6 de outubro de 1954, no salão nobre do Aeroclube da cidade de Caculé, estado da Bahia, hoje, Cine Teatro Engenheiro Dórea, sob a presidência do Excelentíssimo Sr. Miguel Fernandes, prefeito municipal, Excelentíssimo Sr. Antônio Fernandes, deputado estadual, foi realizada a Sessão Solenemente, para comunicar a todo povo Caculeense a autorização de funcionamento e dar posse ao primeiro diretor do Ginásio Oficial Norberto Fernandes de Caculé (1. ciclo).

Autorizado pelo então governador da Bahia, Luiz Registro Pacheco Pereira, em 2 de setembro de 1954, pelo Decreto Nr. 15.913, e publicado Diário Oficial do dia 9 de setembro de 1954, passando a funcionar provisoriamente na Escola denominada Escola Rural, hoje Escola Dona Júlia Montenegro Magalhães.
Foi empossado o primeiro diretor, professor catedrático Antônio de Meireles, da Escola Normal de Caetité.

O primeiro ato do diretor ora empossado, foi dar posse ao corpo discente da Instituição :
Sr. Mário Alves Coelho, na função Auxiliar de Administração
Dr. Vespasiano José da Silva Filho, na função de Instrutor de Matemática
Dr. Deoclides Cardoso de Sousa, na função de Instrutor de História Geral
Padre Daniel Batista Neves, na função Instrutor de Português e Latim
Professora Helena Fróis de Castilho , na função Instrutora de Geografia
Eny Meirelles de Castro, na função Instrutora de Português
Zélia Fernandes Guimarães, farmacêutica, na função Instrutora de Francês
Walter Pinho, eletro-mecânico , na função Instrutor de Desenho
Professora Maria do Carmo Fernandes Ivo, na função Instrutora e Trabalhos Manuais
José Fernandes, na função Instrutor de Educação Física
Professora Maria do Carmo de Castro Fagundes, na função Instrutora em História Geral
Professor Edmundo Silveira Souza, na função Instrutor Canto Orfeônico
Professora Livia Maria Machado Viana Cunha, na função Instrutora de Inglês
Arlinda Maciel Santos, na função Atendente
Maria Laudenbach Alcântara, na função Atendente
Iani Moreira dos Santos Machado, na função Servente
José Damascena, na função Vigia
Iani Cardoso de Lima Silva, na função Porteira   ”

 

 

 


Fontes:

[1]   

[2]   livro “Caculé de Miguelzinho”,  . pág.

[3]   livro “Minhas Memórias – Antes que seja Tarde”, do Prof. Deba –  pág.

[4]   texto de autoria desconhecida (sem verificação da autenticidade) – sujeito a erros e ajustes.

[5]   site  da Secretaria de Educação do Governo do Estado da Bahia  – http://escolas.educacao.ba.gov.br/node/12670 – acessado em 28.3.2016

[6]   site Escolas Brasil  – http://escolasbr.com/ee-colegio-estadual-norberto-fernandes – acesso em 29.3.2016

[7]   site Informe Cidade  – http://www.informecidade.com/2014/08/cacule-familiares-e-amigos-prestam-ultima-homenagem-ao-professor-jose-joaquim/ – acesso em 28.3.2016

[8]   site Taberna da História do Sertão Baiano: Primeira turma do Norberto Fernandes formou-se em 1958  – http://tabernadahistoriavc.com.br/primeira-turma-do-norberto-fernandes-formou-se-em-1958/  –  acesso em 28.3.2016

[9]

 

 

 

História do Jardim de Alah

História do Jardim de Alah

Por que conhecer o Jardim de Alah no Rio de Janeiro ? O que tem a ver com Caculé ?
Pensei muito se valeria a pena incluir um texto com uma breve informação sobre o parque, ou melhor, o Jardim de Alah localizado na Zona Sul Carioca, conectando os bairros de Ipanema, Leblon e Lagoa Rodrigo de Freitas.
A importância em conhecermos e registramos a história da nossa cidade, Caculé, vai além dos limites da cidade, pois, as influências externas foram um dos motores para o crescimento de Caculé.
Conhecermos a história,a origem dos locais e sua influência em nossa cidade, ajuda a compreendermos sua história e o momento histórico de sua construção.

A Praça J.J.Seabra foi concebida e construída por Miguel Fernandes à época que muito viajava à Capital Federal, no Rio de Janeiro.
Miguel Fernandes, que muito fez para o desenvolvimento de Caculé,  trazia para a cidade uma clara influência da capital federal.
Posteriormente a Praça J.J.Seabra sofreu grande mudança arquitetônica e paisagística no governo do Prefeito Luciano Ribeiro (DEM-BA).
Atualmente a Praça do Jardim, como ficou conhecida, mantem sua importância, sendo referência para a população.
Lojas, residências e o Banco Bradesco estão localizados na praça, que também é muito utilizada para lazer (inclusive à noite).

 

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Foto publicada no livro: Caculé de Miguelzinho
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Foto do Jardim de Alah, década de 1930, autor desconhecido.   É possível observar a semelhança arquitetônica e de paisagismo com a Praça J.J.Seabra (Praça do Jardim).

 

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Vista atual do canal e do Jardim de Alah  (a Lagoa abaixo e acima: margem esquerda do canal está o bairro de Ipanema e à direita o bairro do Leblon)

 

” O famoso canal, localizado entre Ipanema e Leblon, tem um passado de bonitas memórias. Antes de ser Jardim de Alah, o local era chamado por três nomes: Praça Grécia, Praça Couto Abel e Praça Saldanha da Gama.

O nome passou a ser Jardim de Alah depois que os jardins da área ficaram totalmente prontos, além da inspiração em um famoso filme da época ‘O Jardim de Alá’, lançado em 1936”, pontua o historiador Maurício Santos.

Os jardins ficaram prontos em 1938. O projeto foi baseado no trabalho do arquiteto francês Alfredo Agache para outros jardins. O responsável pela obra no Jardim de Alah foi o brasileiro David Xavier de Azambuja.
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O Canal, em si, que ligava a Lagoa Rodrigo de Freitas à praia é anterior ao Jardim. Ele foi construído na década de 1920, no intuito de deixar as águas da Lagoa mais salubre e evitar enchentes.

Pouca gente sabe, mas décadas atrás existiam gôndolas [como as de Veneza]que levavam pessoas através do canal até à Lagoa Rodrigo de Freitas”, pontuou o historiador Milton Teixeira à Rádio Globo.
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Além disso, entre 1950 e 1960 era possível alugar pedalinhos para se navegar pelo Canal, apreciando a vista do Jardim.

Em dezembro de 2003, durante a prefeitura de César Maia, o Jardim de Alah passou por uma grande reforma, pois estava em péssimo estado de conservação.

Contudo, anos depois os problemas de má conservação voltaram e hoje em dia, o Jardim de Alah está longe do melhor estado físico, se tornando menos atrativo do que deveria ser.

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A construção da Linha 4 do metrô, que tem a estação Jardim de Alah, é uma esperança de que a região volte a ser um ponto mais visitado pela população, o que não vem acontecendo com tanta intensidade.  ”  [1]

” Em 1920, quase 30 anos depois da proposta do projeto de transposição de suas águas, a Lagoa Rodrigo de Freitas recebeu as primeiras obras de saneamento. Foram construídos dois canais de comunicação com o mar, ambos projetados pelo engenheiro Saturnino de Brito.

O primeiro, para recolher as águas pluviais da serra do Corcovado, pela Avenida Visconde de Albuquerque. O segundo, o Jardim de Alah, com 140 metros de extensão, servia para a comunicação das águas da Lagoa Rodrigo de Freitas com o mar, visando oxigenar, manter a salinidade e propiciar a ligação permanente, o que contribuía para diminuir o problema das enchentes. (…)

Durante a presidência de Washington Luís (1926-1930), o então prefeito Prado Júnior, decidido a implantar o estilo urbanístico de Paris no Rio de Janeiro, contratou o professor e o arquiteto francês Alfredo Agache, considerado “pai do urbanismo”.

Em Ipanema e no Leblon, o plano previa a construção e quadras residenciais com espaços arborizados para descanso e lazer. No governo Getúlio Vargas, entretanto, o plano foi revogado.

Na década de 1930, Ipanema ganhou finalmente um projeto urbanístico que propunha o nivelamento da faixa de areia e o ajardinamento na área mais próxima à avenida, com o plantio de mudas de coqueiros. É dessa época ainda a construção de duas piscinas públicas. Uma na ponta do Arpoador e outra no início da Avenida Niemeyer, no Leblon, que jamais fizeram sucesso e acabaram demolidas.

Os jardins do Calabouço, projetados por Agache, foram reinterpretados e implantados em Ipanema, em torno do canal, no Jardim de Alah, pelo paisagista David Xavier de Azambuja, sob as ordens do prefeito Henrique Dodsworth. O estilo arquitetônico art déco do original é perfeitamente identificável naquele parque, no qual a prefeitura procurava criar um lugar romântico, com cais e gôndolas para passeios na lagoa. Inaugurado em 1938, quando fazia sucesso nos cinemas do Rio o filme Jardim de Alah, com Marlene Dietrich, que acabou dando nome ao lugar.  ”  [2]

 

Em 2003, foi totalmente renovado pela Prefeitura do Rio, na administração do prefeito César Maia, sendo reinaugurado em 20 de dezembro daquele ano.

A estação Jardim de Alah do Metrô Rio, inaugurada em 30.7.2016, possui dois acessos: na esquina das avenidas Borges de Medeiros com Ataulfo de Paiva e outro na própria Ataulfo de Paiva, próximo à Rua Almirante Pereira Guimarães.  [4]

 

 


Fontes:

[1]   transcrição do site Diário do Rio: “História do Jardim de Alah e seu passado com gôndolas”  –  http://diariodorio.com/historia-do-jardim-de-alah/  –  acessado em 26.4.2017

[2]  transcrição de parte do livro: BALSA, Marilena. Ipanema de rua em rua : do Arpoador ao Jardim de Alah. Rio de Janeiro : Ed. Rio, 2005. P. 27-30.

[3]  blog Verde do Jornal O Globo online  –  http://blogs.oglobo.globo.com/blog-verde/post/a-historia-do-canal-do-jardim-de-alah-186735.html  –  acessado em 27.4.2017

[4]  matéria no Jornal G1: Com Temer e Pezão, Linha 4 do Metrô no Rio é inaugurada  –  http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2016/07/temer-participa-de-inauguracao-da-linha-4-do-metro-no-rio.html  –  acessado em 27.4.2017

 

 

 

 

 

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Série “Sertão sobre Trilhos”

Série “Sertão sobre Trilhos”

O canal de TV  InterTV, Grande Minas, filiada da TV Globo em Minas Gerais,  apresentou uma série sobre a ferrovia no Norte de Minas Gerais.
Esses trilhos foram ligados à linha férrea baiana, que passa por Caculé, em 1947, na cidade de Montes Azul.
Essa matéria, apesar de falar sobre a estrada férrea e o desenvolvimento da região Norte de Minas propiciada pela ferrovia,  também ajuda a entender a importância histórica da ferrovia no Sudoeste Baiano e o desenvolvimento das cidades do sertão da Bahia.


Inter TV produz série sobre história do trem de ferro no Norte de Minas

Reportagens vão mostrar o desenvolvimento com a chegada das linhas férreas   [1]

17/10/2016 17h41 – Atualizado em 19/10/2016 12h08

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” Nos rastros do trem, muita história para contar. Há 90 anos, as linhas de ferro anunciavam ao sertão norte-mineiro um tempo de desenvolvimento e muitas transformações. Há quem diga que o progresso tenha chegado ao Norte de Minas pelos trilhos. Vamos conhecer toda esta história juntos. O repórter Geraldo Humberto, junto com o cinegrafista Ricardo Caroba, embarcou nesta viagem e ainda tem lugar no trem. Passagens a postos? O ponto de partida é o MG Inter TV 1ª Edição, nesta terça-feira (18).

A equipe da Inter TV Grande Minas estaciona, no primeiro episódio da série, diretamente no século XX. São muitos detalhes de um tempo em que os protagonistas são da Família Real. A Ferrovia Dom Pedro II era um projeto traçado desde o Império, para ligar o Brasil de norte a sul. Na região do Norte de Minas, as linhas férreas estão ligadas aos tropeiros e boiadeiros, que por  volta de 1831 começam a usar currais próximos ao Rio das Velhas, atraindo novos moradores e criando assim a comunidade de Curralinho.

O ponto estratégico para o trem surgiria naquele ponto e, mais tarde, em Corinto. Dá para acreditar que o ferroviário aposentado, Álvaro Maciel, participou da história e contou tudo para o Geraldo Humberto? É história viva! Nosso repórter ainda percorreu os trilhos de todas as cidades da região.

No segundo capítulo, nossa locomotiva avança. A Ferrovia Central do Brasil avançava para o extremo Norte do Estado para ir de encontro ao povo nordestino. Era a integração entre Minas e Bahia. Participaram também pequenas comunidades que depois se tornaram municípios, como Francisco Sá, Janaúba, Capitão Enéas e Monte Azul.

Na terceira reportagem da série, você vai ver como funciona atualmente um trem de passageiros. A nossa reportagem fez uma viagem entre Ipatinga e Governador Valadares para mostrar a tecnologia, estrutura e recursos.

Apesar de toda história que os trens carregam, o quarto episódio da série fala sobre saudade. Tudo isso porque as locomotivas foram perdendo força e, em 1996, pararam de vez de transportar pessoas. A partir daquele ano, apenas grandes cargas passam pelos trilhos do Norte de Minas. O saudosismo de quem participou da história e via o trem passar com muita alegria, se tornou esperança e vontade de ver o trem voltar.

Deu para sentir que o MG Inter TV 1ª Edição vai trazer muitas surpresas, não é mesmo? Não perca este resgate histórico e relembre tudo sobre a era do trem de ferro no Norte de Minas. ”  [1]

 

 


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Episódio 1:
“Veja como o trem de ferro trouxe progresso para o Norte de Minas”
http://g1.globo.com/mg/grande-minas//videos/v/sertao-sobre-trilhos-veja-como-o-trem-de-ferro-trouxe-progresso-para-o-norte-de-minas/5385813/

Episódio 2:
“Chegada das ferrovias traz prosperidade para o Norte de Minas”
http://g1.globo.com/mg/grande-minas//videos/v/sertao-sobre-trilhos-chegada-das-ferrovias-traz-prosperidade-para-o-norte-de-minas/5388844/

Episódio 3:
“Viagem histórica continua e vai até o Leste de Minas”
http://g1.globo.com/mg/grande-minas//videos/v/sertao-sobre-trilhos-viagem-historica-continua-e-vai-ate-o-leste-de-minas/5391349/

Episódio 4:
“Último episódio do ‘Sertão sobre Trilhos’ fala sobre saudades do trem de passageiros”
http://g1.globo.com/mg/grande-minas//videos/v/ultimo-episodio-do-sertao-sobre-trilhos-fala-sobre-saudades-do-trem-de-passageiros/5394087/

 


Fontes:
 .
 .
[2]  série “Sertão Sobre Trilhos” da InterTV  –  vários links do site oficial
 .
[3]  matéria no site da InterTV, Grande Minas  –  http://g1.globo.com/mg/grande-minas/noticia/2016/10/chegada-da-ferrovia-central-do-brasil-ao-norte-de-minas-completa-90-anos.html  –  acessado em 22.10.2016

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Cine Teatro Engenheiro Dórea

” O Cine Theatro Engenheiro Dórea foi inaugurado em Caculé na década de 1940 para exibição de filmes, peças de teatro, bailes, programas de calouro e outros eventos sociais.
A sala do primeiro piso, que comportava trezentas cadeiras, exibiu centenas de clássicos do cinema. O segundo piso abrigava um salão de dança (que servia também de reuniões da alta sociedade) e uma rádio, a Rádio Marajá de Caculé, que divulgava os filmes a serem exibidos nas matinês e as festas da noite.
Localizado no centro da cidade, o nome do lugar é uma homenagem ao engenheiro Emmanuel Dória, responsável pela idealização do espaço cultural e festivo, que chegou a ter shows dos cantores Waldick Soriano e Nelson Ned.
Na década de 1950, o direito de uso do espaço foi cedido ao lanterninha Antônio Romário de Oliveira Conceição, que ainda manteve o cinema funcionando durante 30 anos até fechar suas portas em 1980.
O espaço foi reaberto em junho de 2012.”   [3]

 

Cine Teatro Engenheiro Emmanuel Doria
após a reforma, executada na gestão do prefeito Luciano Ribeiro, o cine teatro foi reinaugurado em 9 de junho de 2012

” Inaugurado na década de 1940, o antigo cinema de Caculé fechou suas portas em 1980 após centenas de exibições dos clássicos da sétima arte. Hoje, para alegria dos caculeenses, a sala, que já encantou gerações, abrigou salões de dança e reuniões da alta sociedade, será reaberta definitivamente em junho de 2012.
A obra de revitalização do cinema concentra investimentos iniciais na ordem de R$250 mil, anunciados pela Prefeitura local, a fim de restaurar o prédio do “Cine Theatro Engenheiro Dórea”, localizado no centro da cidade. O nome do lugar é uma homenagem a Manoel Dórea, responsável pela idealização do espaço, que havia sido desativado há anos para dar lugar ao prédio da Secretaria Municipal de Saúde. Na década de 1950, o direito de uso do espaço foi cedido ao lanterninha Antônio Romário de Oliveira Conceição, que ainda manteve o cinema funcionando, mesmo em ruínas, durante 30 anos.
Com recursos próprios, a Prefeitura informou em nota que, além de uma ampla reforma, também serão comprados equipamentos como tela e projetor, no intuito de resgatar e modernizar o espaço cultural da cidade.
“Quando soube que o prédio do cinema iria ser restaurado, comemorei. Foi uma das melhores notícias que recebi”, vibrou o escritor Carlos Alberto de Souza.
A comunidade de Caculé está ansiosa pela inauguração do cinema, que promete movimentar a cidade, tal a importância da sala, enquanto espaço cultural e histórico.
A repercussão da obra de abertura tem sido bastante positiva, inclusive, com matéria de destaque publicada no Jornal A Tarde.”   [4]

 


Segundo o livro “Caculé de Miguelzinho” e em conversa com moradores, o cine teatro já existia desde a década de 1900.  Mas em 1920 ele foi reformado e ampliado, com alteração arquitetônica, e permanecendo com o mesmo desenho até os dias de hoje.

O segundo andar, local reservado para bailes, sede do Aero-Clube, possuía um pequeno palco para as apresentações das bandas e o piso era em madeira.   [9]

 

Vista aérea da cidade  - BA28217
foto aérea, sem data, com a antiga igreja matriz, cine teatro Eng. Dórea, o Paço e parte da cidade, disponível no IBGE

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Segundo José Alves Fróis, em seu livro Caculé de Miguelzinho, de 1967, o teatro foi reconstruído em 1920, passando para o “domínio” da Sociedade Lira Caculeense.
A Lira Caculeense fora fundada em 1909, sendo o presidente o Cônego Miguel Monteiro e regente o Maestro Antonio Fróes de Castro.

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A Reforma:

 

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Durante a reforma, foi necessário substituir o piso de tábuas de madeira por uma lage de concreto.
Ao retirar as vigas (peças em madeira do telhado) do teatro,  as paredes originais não conseguiram se sustentar desabando.  Por este motivo, foi necessário a reconstrução integral das paredes e do telhado do espaço da platéia do teatro.   [9]
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Atualmente conta com 15 fileiras de 10 poltronas cada, e uma fileira com 8 poltronas, divididos de forma igual no lado direito e esquerdo.
Em 2016 foram instalados os aparelhos de ar-condicionado na platéia.

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A Reinauguração:

” Prédio do Cine Teatro de Caculé é reinaugurado
Muita emoção marca a volta do Cine Teatro Engenheiro Emmanuel Dória 14/06/2012 – Ascom PMC

O dia 9 de junho (2012) ficará marcado na história de todos caculeenses que participaram de um evento que resgatou a historia da cultura do município. Depois de 30 anos o Prédio do Cine Teatro Engenheiro Emmanuel Dória é reinaugurado e em grande estilo retrata a magia da arte em uma noite de encantamento e fortes emoções.

Uma linda apresentação da peça “Anos Dourados”, do Grupo Teatral EmerGente, coordenado pelo escritor Carlos Alberto de Souza, também conhecido como Carlinhos White, homenageou brilhantes personalidades que fizeram parte da história do Cine, alguns deles presentes na ocasião demonstraram em palavras a imensa gratidão em participar da reinauguração de um espaço que trouxe  tantas alegrias aos amantes da cultura.

Na oportunidade a Secretaria Municipal de Educação e Cultura, Adailde Cruz Teles, também relembrou o passado através de um vídeo que retratava o cine em plena atividade. Emocionada a Secretária transmitiu a alegria em resgatar um espaço que impulsionará a realização de grandes espetáculos. ”   [6]


Desde a inauguração, o cine teatro é palco de peças teatrais do Grupo de Teatro A Fênix, dirigida por Carlos White,  do Festival de Talentos, lançamentos de livros, sessões de cinema e várias reuniões de associações, professores e cursos, além de homenagens.

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Algumas frases :

” Nas matinés do Cine Teatro Engenheiro Dórea, eu adorava assistir aqueles filmes com o Rock Hudson e a Doris Day para apreciar as mansões de Beverly Hills, os Cadillac e os Bel Air. ”  João Carlos Cavalcanti   [7]

 


A localização :

 


Fontes e referências:

[1]   IBGE – fotos

[2]   página no Facebook: Fotos Antigas de Caculé  –  – acessado em 1.5.2016

[3]   site Taberna da História do Sertão Baiano  – http://tabernadahistoriavc.com.br/cine-teatro-engenheiro-dorea-foi-inaugurado-na-decada-de-1940/  –  acessado em 1.5.2016

[4]   jornal online Brumado Notícias  – http://www.brumadonoticias.com.br/antigo/tag/cine-teatro-engenheiro-dorea/  – acessado em 1.5.2016

[5]  site da PMC – Prefeitura Municipal de Caculé – acessado em 25.4.2016

[6]   site da PMC – Prefeitura Municipal de Caculé – http://www.governodecacule.ba.gov.br/?pagina=noticia&codNoticia=1873 –  acessado em 1.5.2016

[7]   entrevista de João Carlos Cavalcanti, o JC, à Celso Arnaldo Araujo na revista online Go’Where Business n° 08  – http://www.gowhere.com.br/business/o-ceu-nao-e-o-limite/  –  acessado em 3.5.2016

[9]   conversa com o prefeito sr. Beto Maradona, em 14.8.2017

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Anísio Teixeira – Educação Não é Privilégio

Documentário produzido pela TAL – Televisón America Latina, em novembro de 2007, com equipe da TV Escola, e direção de Mônica Simões.
Filme excelente para conhecer a vida, a história, de Anísio Teixeira, nascido em Caetité em 1900 e morto em 1971, durante o período da Ditadura Militar.

Não podemos esquecer que a história da educação em Caculé tem participação estreita com Caetité, seus professores e educadores.
Os primeiros professores que chegaram a Caculé, estudaram, eram professores em Caetité e, certamente, tiveram grande influência de Anísio Teixeira.

Anisio Teixeira - documentário

Sinopse:
O documentário revela a vida e a obra de Anísio Teixeira, advogado, escritor e educador nascido no município baiano de Caetité, em 12 de julho de 1900.
O objetivo principal é explorar a mais revolucionária realização desse grande educador: a luta por uma escola pública de qualidade e a criação do Centro Educacional Carneiro Ribeiro, mais conhecido como Escola Parque.
A narrativa é construída por meio de um grande acervo de imagens de vídeos, filmes de arquivo, fotografias e documentos, além de depoimentos de filhos, amigos e especialistas.   [1]

Documentário: “Anísio Teixeira — Educação Não é Privilégio”
TV Escola – Série: EDUCADORES BRASILEIROS
Ano de produção: 2007
Duração: 44:20 min
Área temática: Filosofia, Escola-Educação, História
País de origem: Brasil
Versão do áudio: Áudio original
Produtora: TV Escola / TAL
Diretora: Mônica Simões

 

Clique no link abaixo para assistir ao filme:
http://tvescola.mec.gov.br/tve/embed-video/educadores-brasileiros-anisio-teixeira-educacao-nao-e-privilegio?autostart=false

 


Fonte:
[1]   Site da TV Escola  – http://tvescola.mec.gov.br/tve/video/educadores-brasileiros-anisio-teixeira-educacao-nao-e-privilegio –  acessado em 5.4.2016


Referências:
Site Nova Escola :  https://novaescola.org.br/conteudo/1375/anisio-teixeira-o-inventor-da-escola-publica-no-brasil?

 

 

 

 

 

 

Igreja Matriz Sagrado Coração de Jesus

Em 1860, Dona Rosa doou um terreno  ao “Sagrado Coração de Jesus” para ser erguida uma capela sob essa invocação.
A paróquia Sagrado Coração de Jesus de Caculé foi fundada em 1902 e é pertencente à diocese de Caetité.

 

Filmado em maio de 2015:

 

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foto aérea, sem data, com a antiga igreja matriz, cine teatro Eng. Dórea, o Paço e parte da cidade, disponível no IBGE

A História:

Em 1860, Dona Rosa doou um terreno ao Sagrado Coração de Jesus para ser erguida uma capela sob essa invocação, no local onde, atualmente, se ergue a cidade. No entanto, a ideia de construir essa primeira capela foi de Dona Ana Tereza, mãe de Dona Rosa.
Com a morte da sua genitora que não teve a satisfação de ver o seu ideal religioso concretizado, Dona Rosa se empenhou para a construção desse sonho.
Com o término das obras, a primeira missa foi celebrada pelo Padre Joaquim Pedro Garcia Leal, sobrinho de Dona Rosa Prates e Vigário de Umburanas.
Além disso, Dona Rosa Prates também fez um testamento dando alforria para todos os seus escravos da Fazenda, além de deixar vários pedaços de terra entre todos eles, afim de que os mesmo pudessem se manter após a sua morte. [3]

Com a construção da Capela, a alforria dos escravos que tinham terra para plantar, juntamente com a presença da estrada real que cortava a região e dava acesso aos viajantes, se formou ali, com o passar do anos, um vilarejo que foi se desenvolvendo de forma promissora.
Assim, em 23 de julho de 1880, essa região do Santíssimo Coração de Jesus de Caculé foi eleva a “Distrito de Paz” por meio da Lei Provincial de n° 2.093.
Vinte e dois anos depois, em agosto de 1902, devido ao amplo progresso da região de Caculé, a sede da freguesia foi transferida para lá por ato do Arcebispo da Bahia na época, Dom Jerônimo Tomé da Silva. [3]

 

 


O Pároco:

Padre Gilvan Pereira Rodrigues, atual pároco da paróquia Sagrado Coração de Jesus de Caculé e administrador da diocese de Caetité-BA, completa 16 anos de vida sacerdotal* no dia 17 de outubro de 2015, exercendo esse sublime ministério com sabedoria e de coração aberto.

“Nós o parabenizamos neste dia tão especial para o senhor e para nós que temos o grato privilégio de fazer parte de sua jornada missionária. Agradecemos pelo seu contínuo zelo e louvamos a Deus pelo dom de sua vida. Que o Espírito Santo o ilumine sempre, também concedendo-lhe saúde e paz.
Padre Gilvan, parabéns! Abraço carinhoso.
Pastoral da Comunicação Diocesana”  [4]

* Vale lembrar que padre Gilvan fez aniversário natalício no dia 19 de setembro. [4]

O Colégio de Consultores da Diocese de Caetité, reunido no dia 4 de agosto de 2015, no CTL, em Caetité, escolheu o Administrador Diocesano para o período de Sede Vacante.
O escolhido foi o Padre Gilvan Pereira Rodrigues, 42 anos de idade e 16 anos de ministério, pároco de Caculé e até então Coordenador Diocesano de Pastoral.
“Que a Palavra do Santo Evangelho da liturgia de hoje lhe motive e fortaleça: “Não tenham medo! Sou eu mesmo!” disse o Senhor aos discípulos medrosos no meio do mar…
Padre Eutrópio”

 


 

A Paróquia:

endereço: Praça Coração de Jesus, 125
Pároco: Padre Gilvan Pereira Rodrigues
Secretário paroquial: Denis Silva Lopes, substituindo Matheus Souza, que ficou na função até dezembro de 2014.

 

 

 


 

Sagrado Coração de Jesus

A devoção ao Coração de Jesus existe desde os primeiros tempos da Igreja, desde que se meditava no lado e no Coração aberto de Jesus, de onde saiu sangue e água. Desse Coração nasceu a Igreja e por esse Coração foram abertas as portas do Céu.

A devoção ao Coração divino de Jesus Cristo começou a ser praticada, em sua essência, já no início da Igreja, pois os Santos tiveram muito presente, ao honrar a Jesus Cristo, que tinha manifestado seu Coração, símbolo de seu amor em momentos augustos. Contudo, esta devoção, em sua forma atual, deve-se às revelações que o próprio Cristo fez a Santa Margarida Maria (1649-1690), sobretudo quando em 16 de junho de 1657, descobrindo seu Coração, disse-lhe:

“Eis aqui este Coração que amou tanto aos homens, que não omitiu nada até esgotar-se e consumir-se para manifestar-lhes seu amor, e por todo reconhecimento, não recebe da maior parte mais que ingratidão, desprezo, irreverências e tibieza que têm para mim neste sacramento de amor”.

Oferecimento ao Sagrado Coração de Jesus – Meu dulcíssimo Jesus, que em vossa infinita e dulcíssima misericórdia prometestes a graça da perseverança final aos que comungarem em honra de vosso Sagrado Coração as nove primeiras sextas feiras do mês seguidos: recordai a vossa promessa, e a mim, indigno servo vosso, que acabo de receber-vos sacramentado com este fim e intenção, concede-me que morra detestando todos os meus pecados, esperando em vossa inefável misericórdia e amando a bondade de vosso amantíssimo Coração. Amém.

Promessas do Sagrado Coração de Jesus – Principais promessas feitas pelo Sagrado Coração de Jesus a Santa Margarida de Alacoque: às almas consagradas a meu Coração, lhes darei as graças necessárias para seu estado;darei paz às famílias; as consolarei em todas suas aflições; serei seu amparo e refúgio seguro durante a vida, e principalmente na hora da morte; derramarei bênçãos abundantes sobre seus projetos; os pecadores encontrarão em meu Coração a fonte e o oceano infinito de misericórdia; as almas tíbias se tornarão fervorosas; as almas fervorosas serão rapidamente elevadas a grande perfeição; abençoarei as casas em que a imagem de meu Sagrado Coração estiver exposta e for honrada; darei aos sacerdotes a graça de mover os corações empedernidos; as pessoas que propagarem esta devoção, terão escrito seu nome em meu Coração e jamais será apagado dele; a todos os que comungarem nove primeiras Sextas-feiras do mês contínuos, o amor onipotente de meu Coração lhes concederá a graça da perseverança final.

A grande promessa: a Eucaristia – Entre as muitas e ricas promessas que Jesus Cristo fez aos que fossem devotos de seu Sagrado Coração, sempre chamou a atenção a que fez aos que comungassem em sua honra as nove primeiras sextas-feiras do mês seguidos. É tal, que todos a conhecem com o nome da Grande Promessa.  [1]

 


 

 

Fontes:
[1]   site da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, Caculé – https://scjcacule.wordpress.com/sobre/   –  acessado em 8.3.2016
[2]  livro “Caculé de Miguelzinho”
[3]   site Wikipedia, página de Caculé – https://pt.wikipedia.org/wiki/Cacule – acessado em 10.3.2016
[4]  site da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, Caculé  – https://scjcacule.wordpress.com/ – acessado em 10.3.2016

 

 

 

 

 

Caculé e a busca pela neo-humanização

Caculé e a busca pela neo-humanização
Por Fabíola Aquino Coelho – transcrição do artigo publicado no site IRDEB
Cineasta e jornalista

Estou de volta para partilhar com o leitor os objetivos que me norteiam na produção do curta que irá misturar documentário e ficção, intitulado provisoriamente de Caculé uma cidade do milênio, sob a minha direção.

O filme se utiliza de múltiplas possibilidades artísticas para contar de forma atrativa a história desta pequena cidade do Território de Identidade Sertão Produtivo no interior da Bahia, exitosa na implementação de políticas públicas relevantes e promotoras da cidadania.

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A parte documental irá mostrar as ações que convergem para a consecução das 8 objetivos do milênio: erradicar a extrema pobreza e a fome; atingir o ensino básico universal; promover a igualdade entre os sexos e a valorização da mulher; reduzir a mortalidade infantil; melhorar a saúde das gestantes; combater a AIDS, a malária e outras doenças; garantir a qualidade de vida e respeito ao meio ambiente; estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimento sustentável, destacando que é fundamental: o protagonismo da sociedade civil organizada.

Com esse recorte temático associado ao desejo de transmitir a ‘neo-humanização’ (amor verdadeiro por toda a vida seja ela mineral, vegetal ou animal) pretendemos promover a auto-estima e reafirmar o protagonismo das pessoas envolvidas nas ações que levaram Caculé a estar entre as seis selecionadas no Brasil em destaque na Conferência Internacional de Cidades Inovadoras de 2011.

A parceria com a população e amigos de Caculé irá buscar as narrativas do cotidiano com abordagens inusitadas, estimulando olhares sobre as 8 metas da ONU para o desenvolvimento sustentável do milênio, oportunizando aos moradores da cidade a experiência de atuar e participar da produção de um audiovisual;

Para abrilhantar essa produção contaremos com o talento de Antonio Pompêo que é ator e diretor, paulista de São José do Rio Preto, que teve em sua trajetória grandes experiências no teatro, cinema e televisão. Começou como ator de teatro amador, mas foi com o cinema que sua carreira mudou ao participar do filme Quilombo de Cacá Diegues, com o qual foi ao Festival de Cannes de 1985. Como ator fez também: Xica da Silva com direção de Cacá Diegues, Se Segura Malandro, de Hugo Carvana, As Aventuras de Ojuara, direção de Moacir Góes, O Xangô de Baker Street, de Miguel Faria Jr, entre outros.

No teatro encenou Dois Perdidos Numa Noite Suja, O Último Carro e Anjo Negro. Na televisão: Tenda dos Milagres, Sinhá Moça, Mulheres de Areia, Pecado Capital, Rei do Gado e a série A Casa das Sete Mulheres.

É, um dos idealizadores do projeto “A Cor da Cultura”, junto ao Canal Futura e Fundação Roberto Marinho. Dirigiu a série de sete documentários chamado “Mojubá” para o projeto A Cor da Culturado Canal Futura.

Atualmente Antonio Pompêo participa da novela “Rebelde” na TV Record e é nosso parceiro neste projeto onde irá atuar na parte ficcional como o mestre griô no doc-fic Caculé uma cidade do milênio.

Partilho com vocês todos esses anseios e comunico que estamos em busca de patrocínio para viabilizar as idéias apresentadas. O custo de produção deste trabalho é de R$ 65.000,00 (sessenta e cinco mil reais) para finalizar com um filme de 26 minutos. É possível diferentes modos de participação na captação deste recurso como também na produção direta do filme.

Os apoios podem ser aportados no projeto via incentivo direto, em forma de prestação de serviços, ou na participação direta das filmagens, como personagens ou figuração. Cada parceiro será creditado no final do filme de acordo com sua participação, podendo ser elenco, apoio ou patrocínio. Se você tem interesse em ser um destes colaboradores entre em contato comigo pelo email fabiola.aquino@gmail.com e seguiremos em contato. Nosso próximo texto irá apresentar um pouco mais sobre a equipe técnica que compõe esse projeto.

 

Fonte:  transcrição do site IRDEB – http://www.irdeb.ba.gov.br/evolucaohiphop/?p=3976 – acessado em 22.2.2016