As Ruas de Caculé e suas Personalidades

Quem são as personalidades homenageadas com nomes de ruas, praças e avenidas ?
Aqui apresentamos, sucintamente, essas pessoas que contribuíram para Caculé e sua história:

 

Rua Rui Barbosa – centro :   Ruy Barbosa de Oliveira (1849 – 1923), conhecido como “Águia de Haya”,  foi uma das maiores personalidades do Brasil. Nascido em Salvador, faleceu em Petrópolis, RJ. Rui Barbosa foi um dos principais nomes do Movimento Abolicionista e formuladores da República.
Logo após receber o grau de bacharel, retorna à Bahia para tratar de sua saúde e iniciar as atividades na advocacia. Em 1873, viaja à Europa, também para tratamento de sua frágil saúde. Nos anos seguintes, faz diversas campanhas de grande repercussão, defendendo temas como liberdade religiosa, eleição direta e abolição dos escravos, além de se posicionar contra o alistamento militar obrigatório.
Inicia carreira política em 1878, elegendo-se Deputado à Assembléia Legislativa Provincial da Bahia. Já no ano seguinte é eleito Deputado à Assembléia Geral Legislativa da Corte, transferindo-se para a capital do Império, o Rio de Janeiro.

Na Fundação Casa de Rui Barbosa (http://www.casaruibarbosa.gov.br) encontram-se inúmeros documentos que confirmam o seu envolvimento com o fim da escravidão.
Acesse o link para conhecer mais detalhes:  http://www.cartaforense.com.br/conteudo/colunas/o-brilhantismo-e-a-mitica-de-ruy-barbosa/7878

 

Av. Eng. Arthur Castilho – centro :  Era engenheiro e diretor geral do Departamento Nacional de Estradas de Ferro – DNEF.   [4]
Participou da inauguração da Estação Ferroviária de Caculé, em 15.11.1950.   [4]
Amigo pessoal do sr. Miguel Fernandes, residiu em Caculé enquanto coordenava a construção da ferrovia.

 

Av. Dr. Antonio Muniz – centro :

 

Av. Cônego Miguel Monteiro – centro :  O primeiro intendente de Caculé, o Cônego Miguel Monteiro de Andrade, “comandou” a cidade no período de 1.1.1919 à 31.8.1920.

 

Praça J. J. Seabra – :   José Joaquim Seabra (1855 – 1942)  foi um político e jurista brasileiro, nascido em Salvador, ministro de estado e governador de seu estado em duas ocasiões (1912-1916 / 1920-1924). Filho de José Joaquim Seabra e de Leopoldina Alves Seabra, foi educado no Colégio Guilherme Pereira Rebelo. Formou-se em direito na Faculdade de Direito de Recife (1877), onde chegou a lecionar posteriormente como professor catedrático e foi diretor geral nesta mesma instituição. Foi durante breve período também Promotor Público em Salvador, mas atraído pela política, voltou para seu estado e elegeu-se Deputado Federal para a Constituinte Republicana, e logo após, para a Nova Câmara dos Deputados (1891-1893), mas tendo se tornado inimigo de Floriano Peixoto, e por isso foi desterrado para Cacuí, na Amazônia, depois em Montevideo. Decretada a anistia (1895), recuperou seu mandato na Câmara e no governo de Prudente de Morais, novamente eleito pela Bahia, voltou ao parlamento (1897-1899). Conhecido como J. J. Seabra, foi deputado federal em outras três ocasiões (1900-1902 / 1909-1911 / 1933-1937) chegando à liderança do governo durante o mandato de Campos Sales (15/11/1898 a 15/11/1902) e foi Ministro da Justiça e Negócios Interiores no governo de Rodrigues Alves (15/11/1902 a 15/11/1906) e da Viação, no de Hermes da Fonseca (15/11/1910 a 15/11/1914). Após o episódio do bombardeio (1912) foi eleito governador do Estado da Bahia (1912-1916). Deixando o governo foi para o Senado Federal (1917), aí permanecendo até o fim da década (1920), quando foi novamente eleito governador do seu estado (1920 -1924). Regressou à Câmara (1934), deixando-a por ocasião do golpe de estado (1937). Morreu no Rio de Janeiro, aos 87 anos, e foi enterrado no cemitério do Campo Santo, em Salvador, capital baiana. O município baiano de Seabra foi nomeado em sua homenagem. Ainda foi como interino Ministro da Agricultura e Comércio e das Relações Exteriores e Presidente do Conselho Municipal do Distrito Federal.

Acesse o link para conhecer mais detalhes: http://www.cartaforense.com.br/conteudo/colunas/o-polemico-j-j-seabra/9952

 

Rua Silva Lima – :

 

Rua Juvêncio Teixeira Guimarães – : …
Nesta rua estava instalado em 1975 o gerador (conhecido popularmente como: “o motor”) que fornecia energia elétrica ao centro da cidade.   [3]
Com sua desativação, o prédio abrigou algumas instituições da prefeitura, como a cozinha que centralizada a produção da merenda escolar,  Creche Lar Carinhos  e, atualmente está instalada a APAE – Associação De Pais E Amigos Dos Excepcionais.  [3]

 

Lagoa Manoel Caculé – :

 

 


Fontes:

[1]
[2]
[3]   relato de Solange Graia, professora de história e coordenadora do Museu de Caculé.
[4]   placa da inauguração da Estação Ferroviária de Caculé, ainda presente na estação.

 

 

 

 

 

 

 

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Projeto: Passeando pelo Cine Teatro Dórea

Projeto: Passeando pelo Cine Teatro Dórea

Memorial - livro presença

INTRODUÇÃO :

Nosso município possui uma história riquíssima, partindo do contexto de sua própria origem, com Manuel Caculé, e sua peculiar narrativa que envolve patriotismo, desejo de liberdade, encantamento ; fatos que firmaram nossas terras e formaram nosso povo.

Partindo dessa origem, Caculé, depois de se tornar vila, segue seu curso apostando no desenvolvimento destas mesmas terras.

Com o passar dos anos, ergue-se um município promissor. Obras importantes são edificadas, entre essas, para uma sociedade ansiosa por cultura, nasce o Cine Teatro Engenheiro Dórea.

Inaugurado em 1940 (sic) para exibição de filmes, peças de teatro, bailes, programas de calouros e eventos sociais, passou a ser o ícone cultural de uma geração.

Mesmo em evidência durante vários anos, o Cine Teatro  encontrou vários problemas.   Teve sua estrutura deteriorada e, com o desenvolvimento urbano e criação de outros espaços para festas, era cada vez menos requisitado pelo público.   Acabou por fechar suas portas na década de 80.

Felizmente, toda a sociedade caculeense voltou a se encantar com o espaço cultural do Cine Teatro Engenheiro Dórea que em 2012 foi totalmente reformado, tendo sua cultura revitalizada.

Desde sua criação até o momento, mesmo no interim de sua quase extinção, a história do Cine Teatro se manteve viva na memória daqueles que o ocuparam e também nos relatos da história contada.

A história é viva enquanto houverem aqueles que a faça viver.

O Cine Teatro Engenheiro Dórea é um patrimônio histórico vivo, com um acervo encantador, onde todos podem viajar no tempo, discutir fatos relevantes e espelhar-se culturalmente.

JUSTIFICATIVA :

O projeto “Passeando pelo Cine Teatro Dórea” pretende levar ao público a história do cine teatro de Caculé desde sua criação, por meio de exposições de objetos, imagens, amostras fotográficas, vídeos, CDs e documentos preservados, associando aspectos culturais épicos a nossa sociedade atual.

Espera-se que, durante o contato com o acervo histórico em exposição, o visitante conheça nossa cultura e desperte maior interesse para a promoção de outros resgates históricos.

DESENVOLVIMENTO DO PROJETO :

O projeto Passeando pelo Cine Teatro Dórea será organizado em forma de exposição de acervo, no segundo piso do seu prédio.

A primeira e exposição está datada para o dia 14 de agosto de 2017 sendo,  este evento,  parte das comemorações do aniversário da nossa cidade.

O acervo do projeto contará com a exposição dos seguintes itens :

  • Objetos :  máquinas, projetores, rolos de filmes, altofalantes, fitas de projeção, fichas de ingresso, carteiras de sócio, adornos e objetos de uso pessoal.
  • Audiovisual  :  slides, imagens, áudios e vídeos de diversas épocas, inclusive do processo de reinauguração e documentos preservados.

AGENDAMENTO :

Para uma melhor organização e acolhida aos visitantes, torna-se necessário que haja um agendamento com definição de data e horário.

 


Texto transcrito do original do Projeto apresentado à Secretaria de Educação, Cultura e Esportes de Caculé, em 10.7.2017.

O projeto foi idealizado e organizado por Carlos Alberto de Souza, Carlos White, entre os meses de abril e julho de 2017; e apresentado em junho de 2017 para aprovação pela referida Secretaria.

Contribuíram com o projeto:
Kleber Carinhanha
Solange Graia
Thomas Sachsse

Agradecimentos especiais para:
Prefeito Beto Maradona
Secretário Marcílio
Secretária de Educação, Cultura e Esporte: Adaílde Telles
Márcia Barreto
José Carlos Teixeira (Zé de Dila)
Sidnéia Graia (Néia Graia)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Moção de Pesar à Adelbardo Silveira (professor Deba)

Moção de Pesar à Adelbardo Silveira (professor Deba)

Luciano Ribeiro apresenta Moção de Pesar à Adelbardo Silveira (professor Deba) na Assembléia Legislativa da Bahia – ALBA.

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O deputado Luciano Ribeiro apresentou em 7.7.2015, na Assembleia Legislativa, Moção de Pesar pelo falecimento do Mestre Adelbardo Silveira, ocorrido ontem, aos 83 anos. Conhecido carinhosamente na região do Alto Sertão da Bahia por Professor Deba, é filho de Florindo Serapião da Silveira e Almerinda Borges Silveira, nascido no município de Rio do Antônio, em 1º de julho de 1932. Deba é figura ilustre e grande contribuidor no desenvolvimento da educação e do desenvolvimento sociocultural naquela região. Além de dedicar a sua vida ao magistério, foi advogado, político – sendo prefeito e vice-prefeito de Rio do Antônio -, escritor, comunicólogo. Grande defensor, incentivador e entusiasta da cultura local, com ações também em defesa do meio ambiente, sendo membro ativista do Modera – Movimento pela Despoluição e Conservação do Rio do Antônio.

Professor Deba passou a infância em Rio do Antônio, onde fez o curso primário. Em 1952, diplomou-se em professor primário pela antiga e reconhecida Escola Normal de Caetité. Exerceu o magistério em sua terra natal até 1956, transferindo-se para Caculé onde, por mais de 20 anos, lecionou várias matérias e foi diretor no Colégio Estadual Norberto Fernandes, que foi referência na educação e cultura em toda região, sendo o professor Deba um importante contribuidor pelo destaque do colégio.

Em 1979 diplomou-se em Direito pela Faculdade de Direito de Teófilo Otoni da Fundação Educacional Nordeste Mineiro, passando a exercer a profissão de advogado a partir de 1985, após ter deixado a Prefeitura Municipal de Rio do Antônio, onde exerceu por duas vezes o cargo de prefeito e por duas vezes o cargo de vice-prefeito.

Sua contribuição pela educação e cultura sempre foi ativa, a exemplo disso foi fundador do Setor Local da CNEC, que manteve o colégio Florindo Silveira, onde, por muitos anos, lecionou sem qualquer remuneração e, como membro desse Conselho, foi presidente do Setor Local e Coordenador de Educação desta região, abrangendo 12 colégios, alguns dos quais fundados por ele. O professor Deba ao falar de seus alunos, que sempre se lembrava com muito orgulho, ressaltava que a grande compensação do exercício do magistério era o de ver os seus alunos se destacando na vida profissional, como os vários e renomados médicos, advogados, dentistas, professores, artistas etc.

Aficionado das letras, foi fundador e redator do Jornal “O Arrebol”, editado no próprio município de Rio do Antônio por mais de 5 anos. Deba exerceu o rádio amador, fundando a “Rio FM” e como amante da telecomunicação, foi telegrafista. Integrado socialmente, foi membro da Maçonaria Loja Atalaia Sertaneja Oriente Nº 50 de Caculé, onde foi venerável mestre e membro também da Lions Clube de Caculé.

Escritor de inúmeros textos e poesias, se apaixonou pelo Cordel, prática que exercia por puro prazer e diletantismo. O seu último livro – “Minhas Memórias – Antes que seja tarde” – foi lançado em 2013 e é autobiográfico, trazendo além de memórias e culturas da região do Alto Sertão, as histórias deste ilustre cidadão, sempre engajado em atividades artísticas, educacionais e de inclusão social, nos presenteando com ricas e importantes contribuições em diversas áreas. E, neste momento de grande perda, nos solidarizamos com os familiares e amigos, ao tempo em que desejamos que Deus possa confortar os nosssos corações, nos trazendo força e esperança.

 


Fonte:
Ascom Dep. Luciano Ribeiro (DEM)

Caculeense ganha medalha de bronze na 19ª Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica

Aluna do Colégio Paulo Freire ganha medalha de bronze na 19ª Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica

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Mikaele Rodrigues Barbosa recebeu orientação do professor Washington Luiz Silva Almeida e concorreu com cerca de 700 mil alunos.

 

” A aluna do Colégio Paulo Freire de Caculé, Mikaele Rodrigues Barbosa, do nono ano do Fundamental II, foi premiada com a medalha de bronze na 19ª Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), realizada em maio de 2016 e resultado divulgado em outubro.
Mikaele recebeu orientação do professor Washington Luiz Silva Almeida e concorreu com cerca de 700 mil alunos distribuídos em mais de sete mil escolas.

Segundo o professor Washington, os alunos são familiarizados e orientados através das provas das Olimpíadas dos anos anteriores.
‘Desde o início da participação do colégio na OBA, a cada ano, pelo menos um aluno se destaca trazendo uma medalha para Caculé’, enfatizou.

A OBA é um evento anual e aberto à participação de escolas públicas ou privadas, urbano ou rural, sem exigência de número mínimo ou máximo de alunos, os quais participam voluntariamente. ”

Fonte:
transcrição do Jornal “O Sertão” de 1.11.2016, escrito pela Jornalista Tayga Ribeiro –  http://www.sertaohoje.com.br/noticias/4111-2016/11/01/caculeense-ganha-medalha-de-bronze-na-19-olimpiada-brasileira-de-astronomia-e-astronautica  –  acessado em 2.11.2016

Entrevista com Dona Rosinha

Os alunos da UNINTER – Centro Universitário, Polo Caculé,  realizaram um trabalho acadêmico sobre Bens Culturais Imateriais;  apresentado no Cine-Teatro Eng. Dórea.
Rosa Maria dos Santos Alves  ou, carinhosamente, Dona Rosinha é artista circense e fundadora do Grupo de Quadrilha Buscapé.

Neste vídeo, resumo de 10min da entrevista, Dona Rosinha conta sua história, como chegou à Caculé, e sua relação com a cultura da cidade.


Fonte:
[1]  Video no Youtube dos alunos da Uninter, Polo Caculé  –  https://youtu.be/oOJ4utpPbn4  –  acessado em 1.10.2016

 

 

 

Antônio Pinheiro

Antônio Oscar Pinheiro nasceu em Caculé em 9 de setembro de 1923, residindo há muitos anos em Belo Horizonte, MG.

Foi vereador na capital mineira entre 1989 e 2008 e Deputado Estadual entre 1993 e 1995 (suplente), pelos partidos PSDB e PSB, é também cidadão honorário de Belo Horizonte.

 

Co-fundador da Associação dos Catadores de Papel, Papeção e Material Reaproveitável – ASMARE, importante associação de ações sustentáveis que é referência mundial.
Co-fundador juntamente com o Padre Cornélio Killa, das Casas do Homem de Nazaré.
Foi presidente da associação da paróquia de Santana e junto com o Padre Mario Monieri, urbanizou a favela do Cafezal levando água, luz e esgoto, além de construir o centro comunitário. Com seus próprios recursos, construiu dezenas de barracos de alvenaria e ainda hoje fornece auxílio aos moradores da favela.  [1]
Em 10.8.2011 recebeu o  Título de Cidadania Honorária da Câmara de Vereadores de Belo Horizonte – CMBH.  [2]
Acesse o link do video, clicando em http://camarabh.overseebrasil.com.br/bhimprensa/reunioes_solenes/ano2011/agosto/solene_100811.wmv  [7]

 

Título condecorativo do Vaticano concedido pelo Papa João Paulo II, devido à sua atuação nas lutas em prol da justiça e junto às comunidades carentes:
Título condecorativo do Vaticano concedido pelo Papa João Paulo II, devido à sua atuação nas lutas em prol da justiça e junto às comunidades carentes

 

Depoimento do filho Chico Pinheiro sobre os pais:
“Antônio Oscar Pinheiro, topógrafo, 84 anos, agora em setembro, vai fazer, vereador de Belo Horizonte. Vereador depois dos 66 anos, um vereador por amor ao Brasil e à causa pública. Um vereador que é um político absolutamente diferente do que eu conheço, não é porque é meu pai, mas é mesmo, na contra mão da história, dos privilégios, que entende a política como “dimensão especial do serviço”. E ele que é muito católico, “como espaço privilegiado para o exercício da caridade”. A caridade no sentido mais amplo disso, de doação. Pro papai ser político é uma forma de entrega, tanto é que nem salário ele recebe, não gosta de receber, não leva vantagens nessas coisas.
E minha mãe, nascida em Dores do Indaiá, foi professora, era filha de uma diretora de grupo escolar mineiro. Minha mãe, Ester Montijo de Melo Pinheiro, de Dores do Indaiá, que viajou, passou pela morte ano passado, em fevereiro. E que adorava ouvir as músicas de Minas e gostava muito de cantar. O pai dela tocava flauta e tinha, ela falava que era uma jazz band, porque no interior de Minas tinha essas jazz band, que eu não sei o que é. Tocava chorinho, tocava uma flauta linda de prata. E mamãe gostava muito de cantar. Gostava muito de cantar “Travessia”, gostava muito de cantar “Maria, Maria”.”   [3]

Antonio Pinheiro com Tidá Hilda Pinheiro - tweet

 

No dia 3.7.2013, durante a tarde, o senhor Antônio Pinheiro, ex vereador da capital e cidadão honorário de Belo Horizonte, nos concedeu essa pequena entrevista onde conta como funciona a câmara dos vereadores de BH e todas as suas regalias!   [5]

 

FREI BETTO – Artigo: Ensina a Teu Filho, no jornal  O Estado de S. Paulo:
“(…) Ensina a teu filho que neste país há políticos íntegros como ANTÔNIO PINHEIRO, pai do jornalista Chico Pinheiro, que revelou na mídia seu contracheque de parlamentar e devolveu aos cofres públicos jetons de procedência duvidosa.”
texto na íntegra:
http://zamorim.com/textos/ensinaateufilho.html

 

 
Em julho de 1989 foi preso pelo Dops:
19julho1989 - Atuação em defesa dos sem-casa, quando foi detido e levado ao Dops

facebook 30set2012

 

registra procuração em cartório comprometendo-se a doar todo seu salário de vereador

 

Fontes:
[1]  página oficial no Facebook – https://www.facebook.com/Ant%C3%B4nio-Pinheiro-Oficial-404368619620984/ – acessado em 1.3.2016
[2]  página da Câmara de Vereadores de Belo Horizonte – CMBH – acessado em 2.3.2016
[3]  site do Museu Clube da Equina – http://www.museuclubedaesquina.org.br/museu/depoimentos/chico-pinheiro-2/  – acessado em 1.3.2016
[4]  site UOL, Políticos do Brasil – http://noticias.uol.com.br/politica/politicos-brasil/2008/vereador/09091923-antonio-pinheiro.jhtm  – acessado em 2.3.2016
[5]  Youtube – https://youtu.be/TIzgOdbowq0
[6]  Jornal O Tempo, 20.11.2013  – http://www.otempo.com.br/suplentes-pedem-cassa%C3%A7%C3%B5es-de-l%C3%A9o-burgu%C3%AAs-e-de-pablito-1.749065
[7]  página da CMBH – Antônio Pinheiro é homenageado na Câmara Municipal  – http://www.cmbh.mg.gov.br/noticias/2011-08/antonio-pinheiro-e-homenageado-na-camara-municipal- acessado em 2.3.2016
[8]  blog do PSDB-MG – https://psdbminas.wordpress.com/2014/07/10/pimenta-da-veiga-recebe-apoio-de-ex-vereadores-da-capital/  – acessado em 2.3.2016
[9]  arquivo de fotos de Antonio Pinheiro.

 

 

 

A obra de Moraes Moreira

Antônio Carlos Moreira Pires, nasceu em Ituaçu, em 8.7.1947.
Seu primeiro instrumento foi a sanfona. Logo depois, passou a tocar violão e guitarra.
Residiu em Caculé, para estudar o Científico (atual Ensino Médio), entre 1963 e 1966.
Em 1966, transferiu-se para a cidade de Salvador e foi morar em uma pensão, onde conheceu Paulinho Boca de Cantor e Luis Galvão, com os quais formaria mais tarde o grupo Os Novos Baianos. Por essa época trabalhava como bancário.

 

Dados Artísticos

Em 1968, juntamente com Paulinho Boca de Cantor, Luis Galvão, Pepeu Gomes e Baby Consuelo (hoje Baby do Brasil), formou o grupo Os Novos Baianos, que fez sua estréia com o show “Desembarque dos bichos depois do dilúvio”, em Salvador.

No ano seguinte, participou, com o conjunto, do V Festival da Música Popular Brasileira da TV Record de São Paulo, com sua composição “De Vera” (c/ Galvão). A canção foi registrada no primeiro LP do grupo, lançado nesse mesmo ano, ao lado de outras da mesma dupla de parceiros como “É ferro na boneca” e “A casca de banana que pisei”.

Em 1970, Baby Consuelo lançou um compacto simples, pela RGE, contendo outra música de sua autoria, “Curto de véu e grinalda” (c/ Galvão).

Ainda no início dos anos 1970, transferiu-se com os outros integrantes do conjunto Os Novos Baianos para o Rio de Janeiro, vivendo inicialmente em um apartamento em Botafogo e, mais tarde, em um sítio em Vargem Grande.

Em 1972, o grupo incorporou o baixista carioca Dadi e os percussionistas Jorginho Gomes, Baixinho e Luis Bolacha. Redirecionado musicalmente pela influência de João Gilberto, amigo de infância de Luis Galvão, o conjunto gravou, pela Som Livre, o LP “Acabou Chorare”, contendo, entre outras, canções de sua parceria com Galvão, como a faixa título, “Mistério do planeta”, “A menina dança”, “Um bilhete pra Didi”, “Tinindo trincando” e “Preta, Pretinha”, esta última vindo a se tornar um dos maiores sucessos do grupo, que também ficaria conhecido pela releitura de “Brasil pandeiro” (Assis Valente), incluída nesse mesmo LP.

Em 1973, ainda com o grupo, lançou o LP “Novos Baianos Futebol Clube”. Neste disco, foram registrados outros sucessos de sua autoria, como “Besta é tu” (c/ Pepeu e Galvão), “Sorrir e cantar como Bahia” e “Só se não for brasileiro nessa hora”, ambas em parceria com Galvão, entre outras. O disco incluiu também uma releitura de “Samba da minha terra” (Dorival Caymmi), que se tornaria outro grande sucesso do conjunto.

Em 1974, ainda com o grupo, lançou pela Continental o LP “Linguagem do alunte”, no qual foram incluídas, de sua parceria com Galvão, a faixa-título, “Ao poeta”, “Reis da bola”, “Ladeira da praça” e “Fala tamborim”, entre outras. Com a dissolução do conjunto, partiu para carreira solo. Nesse mesmo ano, participou da trilha sonora da novela “Gabriela” (TV Globo), na qual interpretou sua música “Guitarra baiana”.

Em 1975, lançou seu primeiro disco solo, “Moraes Moreira”.

No ano seguinte, iniciou uma parceria com o poeta Fausto Nilo, com quem compôs “Santa fé”, tema de abertura da novela “Roque Santeiro” (Rede Globo). Ainda em 1976, participou, como cantor, do Trio Elétrico de Dodô e Osmar.

Lançou, em 1977, o LP “Cara e coração”.

Em 1978, lançou o LP “Alto falante”. Nesse mesmo ano, Zezé Motta interpretou sua música “Crioula” em disco lançado pela gravadora Atlantic.

Em 1979, lançou o LP “Lá vem o Brasil descendo a ladeira”. Nesse mesmo ano, Terezinha de Jesus incluiu no repertório do LP “Vento Nordeste” (CBS) sua composição “Fogo fátuo” (c/ Chacal). Também em 1979, Zizi Possi e o grupo A Cor do Som interpretaram “Fruto maduro”, de sua autoria. Ainda nesse ano, Paulinho Boca de Cantor, ex-integrante dos Novos Baianos e também seguindo carreira solo, incluiu diversas composições de sua autoria em disco lançado pela gravadora Epic: “Nossa trajetória” (c/ Paulinho e Galvão), “Mambeando à beira mar” (c/ Jorginho, Paulinho e Galvão), “Leva o vento” (c/ Galvão) e “Eu sou um padeiro”.

Em 1980, lançou o LP “Bazar brasileiro”. Nesse mesmo ano, Terezinha de Jesus registrou, no LP “Caso de amor”, sua música “Tua sedução” (c/ Fausto Nilo).

Em 1981, lançou o LP “Moraes Moreira. Elza Maria incluiu, no disco “Entra na Rosa” (PolyGram), lançado também nesse ano, sua canção “Pelo microfone” (c/ Fausto Nilo). A música seria regravada mais tarde, também com sucesso, por Elba Ramalho. Ainda em 1981, a dupla Bendegó, formada por Capenga e Gereba, gravou “Do I Ching ao Xingu”, de sua parceria com Capenga e Antonio Risério.

Lançou, em 1982, o LP “Coisa acesa”. Nesse mesmo ano, com direção e roteiro de Fred Góes, montou o show “Pintando o oito”, apresentado no Anhembi (SP). Também em 1982, Ângela Maria gravou sua canção “Sempre Ângela” (c/ Fred Góes e Paulo Leminski).

No ano seguinte, lançou o LP “Pintando o oito”.

Em 1984, gravou o LP “Mancha de dendê não sai”. Também nesse ano, Zezé Motta incluiu, no LP “Frágil força”, sua música “Nega Dina” (c/ Capinan) e Zizi Possi regravou “Dê um rolê” (c/ Galvão), sucesso dos anos 1970 na voz de Gal Costa.

Em 1985, Beth Carvalho interpretou “O encanto do Gantois”, de sua parceria com Edil Pacheco. Ainda nesse ano, compôs com Fausto Nilo “Olhos de Xangô”, incluída na minissérie “Tenda dos Milagres” (Rede Globo). Também em 1985, Luiz Gonzaga gravou “Instrumento bom”, de sua parceria com Fred Góes.

Em 1986, lançou o LP “Tocando a vida”. Nesse ano, sua composição “Dança do amor” (c/ João Donato) foi interpretada por Tânia Alves, no LP “Dona de mim” (CBS).

Em 1987, gravou o LP “Mestiço é isso?”. Nesse ano, Fausto Nilo lançou o disco “12 Letras de Sucesso”, no qual o letrista compilou algumas de suas músicas mais conhecidas, em gravações de grandes artistas da MPB, algumas de autoria da dupla, como “Bloco do prazer”, com Gal Costa, e “De noite e de dia”, com Maria Bethânia, além de sua própria gravação de “Meninas do Brasil” e “Santa Fé”.

Em 1988, lançou os LPs “Bahiano fala cantando” e “República da música”. Também nesse ano, apresentou-se, ao lado de Armandinho, em turnê de shows nos Estados Unidos.

Em 1989, Elba Ramalho interpretou “Popular brasileira”, de sua parceria com Fred Góes, faixa que deu título ao disco da cantora. Nesse mesmo ano, Fred Góes fez o roteiro de seu especial para a Rede Manchete. Ainda em 1989, participou do disco de Armandinho.

Em 1990, fez dupla com Pepeu Gomes, com quem lançou o disco “Moraes e Pepeu”. No ano seguinte, o disco foi lançado no Japão.

Em 1991, gravou o disco “Cidadão”, no qual registrou, entre outras, “Leda” (c/ Paulo Leminski) e a faixa-título, de sua parceria com Capinan.

Um ano depois, convidado por Almir Chediak, participou do songbook de Gilberto Gil, interpretando ao lado de seu filho Davi Moraes a música “Procissão”.

Em 1993, lançou o CD “Terreiro do mundo”, com destaque para sua canção “Agradeça ao Pelô” (c/ Neguinho do Samba), e o CD “Tem um pé no Pelô”.

Gravou, no ano seguinte, o CD “O Brasil tem conserto”.

Em 1995, lançou o CD “Acústico Moraes Moreira”, interpretando 15 sucessos de sua carreira, dentre os quais “Lá vem o Brasil descendo a ladeira” (c/ Pepeu), “Festa do interior” (c/ Abel Silva), “Coisa acesa” (c/ Fausto Nilo), “Acabou chorare” e “Preta Pretinha”, ambas com Galvão.

Em 1996, lançou o CD “Estados”.

No ano seguinte, juntamente com Baby do Brasil, Paulinho Boca de Cantor, Luis Galvão e Pepeu Gomes, entre outros componentes do grupo Novos Baianos, apresentou o show “Infinito Circular”, no Metropolitan (RJ). O espetáculo foi gravado e deu origem ao disco homônimo, lançado no mesmo ano. Ainda em 1997, gravou gravou o CD “50 Carnavais”, contendo sete músicas inéditas e cinco regravações de antigos sucessos.

Em 1999, lançou o CD “500 sambas”.

Em 2001, participou do Rock In Rio, apresentando-se, com seu trio elétrico, no Palco Mundo.

Lançou, em 2003, o CD “Meu nome é Brasil”, contendo suas canções “Violão cidadão” e “Mais que palavras”, ambas com Fred Góes, “Minha pérola”, “Choro novo” (c/ Armandinho), “Indagações de um analfabeto” (c/ Zé Walter), “Rainha da cocada preta” (c/ Tavinho Paes), “Me azara meu amor” (c/ Abel Silva), “Eu sou o caso deles” (c/ Galvão) e “Tô fazendo” (c/ Fred Góes e Maria Vasco), além de “Gente humilde” (Garoto, Chico Buarque e Vinícius de Moraes), “Respeita Januário” (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira), “Aos pés da Cruz” (Marino Pinto e Zé da Zilda) e “Trem das Onze” (Adoniran Barbosa). Fez show de lançamento do disco no Teatro Rival BR (RJ).

Em 2005, gravou o CD “De repente”, contendo suas canções “Povo brasileiro” (c/ Armandinho), “Pra vida inteira”, “Baião D2”, “Palavra de poeta” (c/ Fred Góes) e “Na glória do samba”, entre outras. Fez show de lançamento do disco na Feira de São Cristóvão, ponto de encontro do povo nordestino no Rio de Janeiro, e na Modern Sound (RJ).

Constam da relação dos intérpretes de suas canções, além dos já citados, Daniela Mercury (“Monumento vivo”, com Davi Moraes), Ney Matogrosso, Luis Melodia (“Mistério do planeta”, com Luis Galvão), Fagner, Simone (“Pão e poesia”, com Fausto Nilo), Marisa Monte (“Dê um rolê”, com Galvão) e Gal Costa (“Festa do Interior”, com Abel Silva, música mais tocada em 1982), entre vários outros.

Em linguagem de cordel, lançou, em 2007, o livro “A história dos Novos Baianos e outros versos” (Língua Geral Editora), acompanhado de um CD que registra sua voz na leitura do cordel e também de poemas inéditos e letras de sua autoria. O lançamento foi celebrado na Modern Sound (RJ), com leitura de trechos do livro e performance musical, ao lado de seu filho, o guitarrista Davi Moraes.

Lançou, em 2009, o CD e DVD “Moraes Moreira – A História dos Novos Baianos e Outros Versos”, gravado na Feira de São Cristovão, com direção de João Falcão. No repertório, suas canções “Ferro na boneca”, “Acabou Chorare”, “Mistério do Planeta”, “A menina dança” e “Preta Pretinha”, todas em parceria com Galvão, “Lá vem o Brasil descendo a ladeira” (c/ Pepeu Gomes), “Sintonia” (c/ Zeca Barreto e Fred Góes), “Eu também quero beijar” (c/ Pepeu Gomes e Fausto Nilo), “Bloco do prazer” (c/ Fausto Nilo”, “Spok Frevo Spok” (c/ Fernando Caneca), “Chame gente” (c/ Armandinho) e “Festa do interior” (c/ Abel Silva), além de “Um bilhete pra Didi” (Jorge Gomes), “Brasil Pandeiro” (Assis Valente) e “Vassourinhas” ( Matias da Rocha e Joana Batista Ramos).

Em 2010, lançou o livro “Sonhos elétricos”, reunindo crônicas, cordéis, letras de músicas e fatos de sua biografia.

Apresentou-se, em 2011, no Instituto Moreira Salles, com o repertório do disco “Acabou Chorare”, LP antológico lançado, em 1972, pelo grupo Os Novos Baianos, do qual é fundador. O show, recheado de histórias do conjunto, contou com a participação de Davi Moraes.

Lançou, em 2012, o CD “A revolta dos ritmos”, primeiro disco de inéditas em sete anos. No repertório, “Feito Jorge Ser Amado”, “A dor do poeta”, “Brasileira Academia” e a faixa-título, entre outras. Também nesse ano, participou da série “Grandes nomes, grandes discos”, na casa Miranda (RJ), falando sobre o LP “Acabou Chorare” e interpretando canções do disco que gravou com o grupo Os Novos Baianos em 1972. A mesa contou com a participação do pesquisador Fred Góes. Ainda em 2012, foi um dos palestrantes da série “De conversa em conversa” do 3º Salão de Leitura, realizado no Teatro Popular de Niterói. Nesse mesmo ano, celebrando os 40 anos de lançamento do disco “Acabou chorare”, que gravou como integrante do grupo Os Novos Baianos, fez show ao lado do filho, Davi Moraes, no Instituto Moreira Salles. Em seguida, saiu em turnê comemorativa, que teve estreia no Studio RJ, no Rio, desta vez com a participação de outros músicos.

Em 2013, fez show de lançamento do CD “A revolta dos ritmos” no espaço Miranda (RJ). Nesse mesmo ano, foi contemplado com o Prêmio da Música Brasileira, nas categorias Melhor Cantor Regional e Melhor Álbum Regional, pelo CD “A revolta dos ritmos”. Ainda em 2013, apresentou o show “Pé de Serra” no Teatro Net Rio (RJ).

 

Obra

  • A casca de banana que eu pisei (c/ Galvão)
  • A dor do poeta
  • A lua dos amantes (c/ Pepeu Gomes)
  • A menina dança (c/ Galvão)
  • A revolta dos ritmos
  • Acabou chorare (c/ Galvão)
  • Agradeço ao Pelô (c/ Neguinho do Samba)
  • Alto falante
  • América tropical (c/ Pepeu Gomes)
  • Ao Poeta (c/ Pepeu e Galvão)
  • Arco-íris (c/ Sivuca e Glorinha Gadelha)
  • Atrás da verde e rosa só não vai quem já morreu (c/ David Antonio Corrêa, Paulo Roberto Carvalho, Carlos Expedito Sena Machado, Ubirajara da Conceição Araújo e Abel Silva)
  • Aventura de Deus (c/ Fred Góes)
  • Baião D2
  • Balança Rio (c/ Fred Góes)
  • Baldes do Maracanã (c/ Abel Silva)
  • Banda Cigana (c/ Pepeu Gomes)
  • Beber na fonte (c/ Fred Góes)
  • Bem viver (c/ Pepeu Gomes)
  • Besta é tu (c/ Pepeu e Galvão)
  • Bloco do prazer (c/ Fausto Nilo)
  • Boca do balão (c/ Fred Góes e Zeca Barreto)
  • Brasil campeão (c/ Pepeu Gomes)
  • Brasileira Academia
  • Bumerangue (c/ Abel Silva)
  • Calundu (c/ Fred Góes)
  • Carnaval (c/ Abel Silva, David Batteau e Mary Elker)
  • Chuvisco no samba (c/ Pepeu Gomes)
  • Cidadão (c/ Capinan)
  • Cidade dos brasileiros (c/ Abel Silva)
  • Coisa Acesa (c/ Fausto Nilo)
  • Colégio de Aplicação (c/ Galvão)
  • Cordão de ouro (c/ Fred Góes)
  • Cosia acesa (c/ Fausto Nilo)
  • Crioula
  • Curto de véu e grinalda (c/ Galvão)
  • Dança do amor (c/ João Donato)
  • De noite e de dia (c/ Fausto Nilo)
  • Dê um rolê (c/ Galvão)
  • De vera (c/ Galvão)
  • Do I Ching Ao Xingú (c/ Capenga e Antonio Risério)
  • É bom suar (c/ Pepeu Gomes e Fred Góes)
  • É ferro na boneca (c/ Galvão)
  • Espírito esportivo (c/ Abel Silva)
  • Estado de graça (c/ Armandinho)
  • Eu sou o caso deles (c/ Galvão)
  • Eu sou um pandeiro
  • Eu também quero beijar (c/ Fausto Nilo e Pepeu Gomes)
  • Fala tamborim (c/ Galvão)
  • Feito Jorge Ser Amado
  • Feito Muhammed Ali (c/ Abel Silva)
  • Felicidade no ar (c/ Galvão)
  • Festa do interior (c/ Abel Silva)
  • Fogo fátuo (c/ Chacal)
  • Forró do ABC (Patinhas)
  • Fruto maduro
  • Guitarra cigana
  • Idade dos brasileiros (c/ Abel Silva)
  • Instrumento bom (c/ Fred Góes)
  • Lá vem o Brasil descendo a ladeira (c/ Pepeu Gomes)
  • Ladeira da praça (c/ Galvão)
  • Leda (c/ Paulo Leminski)
  • Leva o vento (c/ Galvão)
  • Linguagem do alunte (c/ Pepeu Gomes e Galvão)
  • Mais que palavras (c/ Fred Góes)
  • Mambeando a beira-mar (c/ Jorginho, Paulinho Boca de Cantor e Galvão)
  • Melodia do amor (c/ Abel Silva)
  • Meninas de Minas Gerais (c/ Tony Costa e Guilherme Maia)
  • Meninas do Brasil (c/ Fausto Nilo)
  • Meninos do Brasil (c/ Abel Silva)
  • Miragem (c/ Galvão)
  • Mistério do planeta (c/ Galvão)
  • Monumento vivo (c/ Davi Moraes)
  • Na glória do samba
  • Nega Dina (c/ Capinan)
  • Nordeste cosmopolita (c/ Fred Góes)
  • Nossa trajetória (c/ Paulinho Boca de Cantor e Galvão)
  • O Encanto do Gantois (c/ Edil Pacheco)
  • Olhos de Xangô (c/ Fausto Nilo)
  • Os carapintadas (c/ Abel Silva)
  • Outros meninos (c/ Abel Silva)
  • Palavra (c/ Fred Góes)
  • Palavra de poeta (c/ Fred Góes)
  • Pão e poesia (c/ Fausto Nilo)
  • Pelo microfone (c/ Fausto Nilo)
  • Pernambuco e Brasil
  • Piano ex-cravo (c/ Fred Góes e Aroldo Macedo)
  • Pombo correio (c/ Dodô e Osmar)
  • Popular brasileira (c/ Fred Góes)
  • Povo brasileiro (c/ Armandinho)
  • Pra vida Inteira
  • Preta pretinha (c/ Galvão)
  • Quem nunca foi menino (c/ Abel Silva)
  • Rádio coração (c/ Fred Góes)
  • Reis da bola (c/ Pepeu e Galvão)
  • Salseiro (c/ Pepeu Gomes)
  • Salve São Paulo (c/ Béu Machado e Pepeu Gomes)
  • Santa fé (c/ Fausto Nilo)
  • Segue o mantra (c/ Fred Góes e Zeca Barreto)
  • Sempre Ângela (c/ Fred Góes e Paulo Leminski)
  • Sintonia (c/ Fred Góes e Zeca Barreto)
  • Só se não for brasileiro nessa hora (c/ Galvão)
  • Sorrir e cantar como Bahia (c/ Galvão)
  • Swing de Campo Grande (c/ Paulinho Boca de Cantor e Galvão)
  • Tinindo trincando (c/ Galvão)
  • Traiçoeiro caçador (c/ Béu Machado e Pepeu Gomes)
  • Tua sedução (c/ Fausto Nilo)
  • Um bilhete pra Didi (c/ Galvão)
  • Vassourinha elétrica

 

Discografia

  • (2012) A revolta dos ritmos (Moraes Moreira) – Biscoito Fino – CD
  • (2009) Moraes Moreira – A História dos Novos Baianos e Outros Versos • Biscoito Fino
  • (2005) De repente • Rob Digital • CD
  • (2003) Meu nome é Brasil • MZA Music • CD
  • (2000) Bahião com H • Atração Fonográfica • CD
  • (1999) 500 sambas • Abril Music • CD
  • (1997) 50 Carnavais • Virgin • CD
  • (1997) Infinito circular. Os Novos Baianos • PolyGram • CD
  • (1996) Estados • Virgin • CD
  • (1995) Acústico Moraes Moreira • Virgin/EMI-Odeon • CD
  • (1994) O Brasil tem conserto • PolyGram • CD
  • (1993) Terreiro do mundo • PolyGram • CD
  • (1993) Tem um pé no pelô • Som Livre • CD
  • (1991) Moraes e Pepeu no Japão • WEA • LP
  • (1991) Cidadão • Sony Music • CD
  • (1990) Moraes e Pepeu. Moraes Moreira e Pepeu Gomes • WEA • LP
  • (1988) Bahiano fala cantando • CBS • LP
  • (1988) República da música • CBS • LP
  • (1987) Mestiço é isso? • CBS • LP
  • (1986) Tocando a vida • CBS
  • (1985) Tenda dos Milagres • Som Livre • LP
  • (1984) Mancha de dendê não sai • CBS • LP
  • (1983) Pintando o oito • Ariola • LP
  • (1982) Coisa acesa • Ariola • LP
  • (1981) Moraes Moreira • Ariola • LP
  • (1980) Bazar brasileiro • Ariola • LP
  • (1979) Lá vem o Brasil descendo a ladeira • Som Livre • LP
  • (1978) Alto falante • Som Livre • LP
  • (1977) Cara e coração • Som Livre
  • (1976) Roque Santeiro • Som Livre • LP
  • (1975) Moraes Moreira • Som Livre • LP
  • (1975) Gabriela • Som Livre • LP
  • (1974) Linguagem do alunte. Os Novos Baianos • Continental • LP
  • (1973) Novos Baianos Futebol Clube. Os Novos Baianos • Continental • LP
  • (1972) Acabou chorare. Os Novos Baianos • Som Livre
  • (1971) Novos Baianos final do juízo. Os Novos Baianos • PolyGram • Compacto simples
  • (1969) Ferro na boneca. Os Novos Baianos • RGE • LP

 

 

Fonte:  transcrição do site Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira  – http://www.dicionariompb.com.br/moraes-moreira- acessado em 26.2.2016