Antônio Pinheiro

Antônio Oscar Pinheiro nasceu em Caculé em 9 de setembro de 1923, residindo há muitos anos em Belo Horizonte, MG.

Foi vereador na capital mineira entre 1989 e 2008 e Deputado Estadual entre 1993 e 1995 (suplente), pelos partidos PSDB e PSB, é também cidadão honorário de Belo Horizonte.

 

Co-fundador da Associação dos Catadores de Papel, Papeção e Material Reaproveitável – ASMARE, importante associação de ações sustentáveis que é referência mundial.
Co-fundador juntamente com o Padre Cornélio Killa, das Casas do Homem de Nazaré.
Foi presidente da associação da paróquia de Santana e junto com o Padre Mario Monieri, urbanizou a favela do Cafezal levando água, luz e esgoto, além de construir o centro comunitário. Com seus próprios recursos, construiu dezenas de barracos de alvenaria e ainda hoje fornece auxílio aos moradores da favela.  [1]
Em 10.8.2011 recebeu o  Título de Cidadania Honorária da Câmara de Vereadores de Belo Horizonte – CMBH.  [2]
Acesse o link do video, clicando em http://camarabh.overseebrasil.com.br/bhimprensa/reunioes_solenes/ano2011/agosto/solene_100811.wmv  [7]

 

Título condecorativo do Vaticano concedido pelo Papa João Paulo II, devido à sua atuação nas lutas em prol da justiça e junto às comunidades carentes:
Título condecorativo do Vaticano concedido pelo Papa João Paulo II, devido à sua atuação nas lutas em prol da justiça e junto às comunidades carentes

 

Depoimento do filho Chico Pinheiro sobre os pais:
“Antônio Oscar Pinheiro, topógrafo, 84 anos, agora em setembro, vai fazer, vereador de Belo Horizonte. Vereador depois dos 66 anos, um vereador por amor ao Brasil e à causa pública. Um vereador que é um político absolutamente diferente do que eu conheço, não é porque é meu pai, mas é mesmo, na contra mão da história, dos privilégios, que entende a política como “dimensão especial do serviço”. E ele que é muito católico, “como espaço privilegiado para o exercício da caridade”. A caridade no sentido mais amplo disso, de doação. Pro papai ser político é uma forma de entrega, tanto é que nem salário ele recebe, não gosta de receber, não leva vantagens nessas coisas.
E minha mãe, nascida em Dores do Indaiá, foi professora, era filha de uma diretora de grupo escolar mineiro. Minha mãe, Ester Montijo de Melo Pinheiro, de Dores do Indaiá, que viajou, passou pela morte ano passado, em fevereiro. E que adorava ouvir as músicas de Minas e gostava muito de cantar. O pai dela tocava flauta e tinha, ela falava que era uma jazz band, porque no interior de Minas tinha essas jazz band, que eu não sei o que é. Tocava chorinho, tocava uma flauta linda de prata. E mamãe gostava muito de cantar. Gostava muito de cantar “Travessia”, gostava muito de cantar “Maria, Maria”.”   [3]

Antonio Pinheiro com Tidá Hilda Pinheiro - tweet

 

No dia 3.7.2013, durante a tarde, o senhor Antônio Pinheiro, ex vereador da capital e cidadão honorário de Belo Horizonte, nos concedeu essa pequena entrevista onde conta como funciona a câmara dos vereadores de BH e todas as suas regalias!   [5]

 

FREI BETTO – Artigo: Ensina a Teu Filho, no jornal  O Estado de S. Paulo:
“(…) Ensina a teu filho que neste país há políticos íntegros como ANTÔNIO PINHEIRO, pai do jornalista Chico Pinheiro, que revelou na mídia seu contracheque de parlamentar e devolveu aos cofres públicos jetons de procedência duvidosa.”
texto na íntegra:
http://zamorim.com/textos/ensinaateufilho.html

 

 
Em julho de 1989 foi preso pelo Dops:
19julho1989 - Atuação em defesa dos sem-casa, quando foi detido e levado ao Dops

facebook 30set2012

 

registra procuração em cartório comprometendo-se a doar todo seu salário de vereador

 

Fontes:
[1]  página oficial no Facebook – https://www.facebook.com/Ant%C3%B4nio-Pinheiro-Oficial-404368619620984/ – acessado em 1.3.2016
[2]  página da Câmara de Vereadores de Belo Horizonte – CMBH – acessado em 2.3.2016
[3]  site do Museu Clube da Equina – http://www.museuclubedaesquina.org.br/museu/depoimentos/chico-pinheiro-2/  – acessado em 1.3.2016
[4]  site UOL, Políticos do Brasil – http://noticias.uol.com.br/politica/politicos-brasil/2008/vereador/09091923-antonio-pinheiro.jhtm  – acessado em 2.3.2016
[5]  Youtube – https://youtu.be/TIzgOdbowq0
[6]  Jornal O Tempo, 20.11.2013  – http://www.otempo.com.br/suplentes-pedem-cassa%C3%A7%C3%B5es-de-l%C3%A9o-burgu%C3%AAs-e-de-pablito-1.749065
[7]  página da CMBH – Antônio Pinheiro é homenageado na Câmara Municipal  – http://www.cmbh.mg.gov.br/noticias/2011-08/antonio-pinheiro-e-homenageado-na-camara-municipal- acessado em 2.3.2016
[8]  blog do PSDB-MG – https://psdbminas.wordpress.com/2014/07/10/pimenta-da-veiga-recebe-apoio-de-ex-vereadores-da-capital/  – acessado em 2.3.2016
[9]  arquivo de fotos de Antonio Pinheiro.

 

 

 

A Barragem do Comocoxico

A barragem está localizada no município de Caculé (latitude: -14:32:42 e longitude: -42:16:41)  e sua construção foi finalizada em 1948.
Com capacidade de 1.500.000 m3  e uma vazão de 0,025 m3/s.

“As represas Anajé, Comocoxico, Divino, Morrinhos, Pedras e Tremedal estão situadas na Bacia do Rio de Contas e as represas Água Fria e Angico na Bacia do Rio Pardo.” [1]

“A Bacia do Rio de Contas, com área de 55.335 km2, a mais importante do Sudoeste da Bahia, é quase toda formada por terrenos cristalinos, onde os recursos de água subterrâneos são escassos.” [1]

“A Sub-Bacia do Rio do Antônio faz parte da Bacia do Rio das Contas, está localizada no Centro-Sul do Estado da Bahia, na região do Alto das Contas. Abrange os Municípios de Jacaraci, Licínio de Almeida, Caculé, Ibiassucê, Rio do Antônio, Guajeru, Malhada de Pedras e Brumado.
É iniciada a partir de uma rede de drenagem em Licínio de Almeida, formada pelos Rios Cachoeirão, Paiol, Salto, Batalhão, São Domingos, Barreiro e pelos riachos Fundo e Tamboril, sendo que a partir do encontro do Rio do Salto com o Paiol em Caculé é formado o Rio do Antônio. ” [2]

” O aumento da disponibilidade hídrica tem sido efetivado pela ativação dos recursos de superfície, sendo que atualmente existem mais de duas dezenas de açudes de grande e médio porte, com uma capacidade disponível total de armazenamento de mais de dois bilhões de metros cúbicos de água, da qual um volume significativo encontra-se com a qualidade deteriorada devido ao processo de salinização.” [1]

 

 

 

Fotos feitas por Edilson Ribeiro,  em 12.2.2017:


Fontes:
[1] transcrição do artigo “AVALIAÇÃO DA SALINIZAÇÃO DE AÇUDES NO SEMI-ÁRIDO BRASILEIRO POR ICP-AES” – José Soares dos Santos (UESB) e Elisabeth de Oliveira e Sérgio Massaro (USP) – de 22.3.1999 – link: http://www.scielo.br/pdf/qn/v23n4/2641.pdf – acessado em 15.2.2016
[2] transcrição do post no Blog do MODERA e conforme a GEOHIDRO (1993); CRA (1999) e MODERA (2002)  – https://moderamovimento.wordpress.com/bacia-do-rio-do-antonio/ – acessado em 26.2.2016

Anísio Silva

Cantor e compositor nascido em Caculé, Bahia, e radicado no Rio de Janeiro desde a década de 40, foi um dos mais expressivos nomes da música popular nos anos de 1950 e 1960. Atingiu o auge do estrelato em 1960 com a música “Sonhando Contigo”, de sua autoria em parceria com Fausto Guimarães. Na ocasião, estava com 37 anos e exercia a profissão de balconista em uma farmácia, no Rio de Janeiro.

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Chegou a vender mais de dois milhões de cópias e tornou-se o primeiro artista brasileiro a ser agraciado com o disco de ouro. Foi o primeiro intérprete a tornar-se o mais próximo rival de Nelson Gonçalves, brilhando alternadamente com o popular cantor nas paradas de sucesso.
Em 1956, estreou na vida artística ao lançar “Tudo foi Ilusão”, através da pequena gravadora Repertório.
Em 1957, contratado pela Odeon, regravou a mesma música com sucesso estrondoso.

Em 1959, alcançava os primeiros lugares das paradas de sucesso novamente com as músicas “Tu, Somente Tu” e “Quero Beijar-te as Mãos”, ocupando o primeiro posto na venda de discos no Brasil, sempre ao lado de Nelson Gonçalves. O disco “Pensando em Ti” alcançou 400 mil cópias vendidas. Feio, lutou muito tempo por um lugar ao sol, com boa voz e boa interpretação, constituindo-se num fenômeno da gravadora Odeon. Amigo do Presidente Juscelino Kubitschek, Anísio Silva chegou a cantar na inauguração de Brasília, em 1960. No mesmo ano, casou-se com Conceição Sette Câmara Silva, numa cerimônia religiosa realizada em Aparecida do Norte.

Daí até 1963 viveu a grande fase de sua carreira, atuando no rádio e realizando shows em todo o Brasil. São também desse período os sucessos “lnteresseira” (1958), “Alguém me disse” (1960), “Onde estarás” (1961) e “Ave Maria dos namorados” (1963), entre outros, lançados em LPs e discos de 78 rpm.
A partir de 1964, sua popularidade entrou em declínio, embora tenha continuado a lançar LPs anuais até 1968.
O cantor resolveu aposentar-se no auge da fama, em 1968, passando a se apresentar apenas no Forró do 66, clube do qual era proprietário.
Na década de 1970, praticamente abandonou a atividade de cantor, dedicando-se à administração de sua casa de diversão. Em onze anos de carreira, entre 1957 e 1968, gravou 37 discos.

Morreu no Rio de Janeiro de infarto em seu apartamento no bairro do Flamengo, em 18 de fevereiro de 1989.
Deixou dois Filhos, sendo seu filho Vini Silva produtor artístico e cultural, continuador de sua obra.

 

Fonte:  site Memorial da Fama – http://memorialdafama.com/biografiasAB/AnisioSilva.html –  acessado em 24.2.2016

 

 

 

João Carlos de Castro Cavalcanti

João Carlos de Castro Cavalcanti, mais conhecido por João Cavalcanti ou J.C.  – nascido em Caculé, a 26 de outubro de 1948 –   é um geólogo e empresário brasileiro, reconhecido pela descoberta de jazidas de terras raras em Serra do Ramalho e ferrífera em Caetité, no estado da Bahia, entre outras pelas quais é considerado um “farejador de minérios” e foi definido pelo The New York Times como o “geólogo que fala com o cosmo”, descobertas estas que lhe renderam fortuna e notoriedade.

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Formação Educacional:
Formou-se em Geologia pela Escola de Geologia com extensão em Engenharia de Minas, pela Universidade Federal da Bahia, Salvador-BA, 1971.

Atividade Profissional:
Iniciou sua carreira nos grupos Pignatari, atual Caraíba Mineração e Ferbasa. No setor público, funcionário da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral – CBPM, e da Companhia de Recursos Minerais – CRM. Na década de 80 montou uma fábrica de calcário em Santa Maria da Vitória, explorando fontes de água mineral, comercializando para grandes cervejarias; acreditou no potencial econômico das formações ferríferas de Caetité e investiu na região da Serra Geral, abrangendo os municípios de Caetité, Guanambi, Urandi, Caculé, Ibiassucê, e Licínio de Almeida, além dos estados de Minas Gerais e Tocantins. Fez consultoria para empresas: Brahma, MRM, Votorantim, EBX – grupo de Eike Batista, Odebrecht.

 

Artigos e Reportagens:

O Geólogo que virou Bilionário
Artigo no Jornal O Estadão  –  16.7.2008
Acessar no link: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,o-geologo-que-virou-bilionario,190056

Bilionário minerador de Caetité, João Cavalcanti tem carros de luxo penhorados pela Justiça
Reportagem no Jornal CN-Caetité Notícias de 10.10.2015
Acessar o link: http://www.caetitenoticias.com.br/portalcn5/noticia/bilionrio-minerador-de-caetit-joo-cavalcanti-tem-carros-de-luxo-penhorados-pela-justia/2046

O bilionário de Geddel
João Carlos Cavalcanti tem R$ 2 bilhões, não gosta de Carnaval, odeia axé e quer ser vice-governador da Bahia
Revista Isto É Independente de 9.4.2010
Acessar o link: http://www.istoe.com.br/reportagens/64121_O+BILIONARIO+DE+GEDDEL

 

 

Fontes:
– Wikipedia – https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Carlos_de_Castro_Cavalcanti – acessado em 25.2.2016
– Assembléia Legislativa da BA – ALBA – http://www.al.ba.gov.br/assembleia/Titulos-Interna.php?id=287 – acessado em 24.2.2016

 

 

Carlos White

Carlos Alberto de Souza nasceu em Caculé em 13 de abril de 1954,  filho de José Umbelino Souza e Idália Souza, é professor atuando principalmente na área de educação.

Caculeense típico, sempre foi estudioso, trabalhador e racional, encontrando nas artes, especialmente na pintura, teatro e poesia, o espaço ideal para manifestação de suas emoções e sentimentos.

Suas primeiras poesias foram publicadas na coletânea Poetas de Caculé, em 1970, “Brotos da Terra” e “Seivas da Terra”.

Fez cinema e inúmeros trabalhos de teatro, produzindo e dirigindo importantes espetáculos teatrais.

Vencedor do concurso de poesias nas coletâneas “Noturno” (2011), “Liberdade” (2012),  “Concurso Nacional Novos Poetas” (2012) e da antologia de poesias contos e crônicas “Nossa História, Nossos Autores” da edição comemorativa dos 30 anos da Editora Scortecci (1982-2012).

Membro do Primeiro Dicionário de Autores Baianos, pela Funcultura, Secretaria da Cultura e Turismo do Governo da Bahia, pelo êxito do seu primeiro livro de poesias “Anjo de Uma Só Asa” (2006).

Sua segunda obra “O Bêbado Equilibrista” foi lançada em 2007, seguida de  “Urubus Perolados” (2008), “O Anjo Está Nú” (prêmio Destaque Literário pela DIREC 24/Caetité, BA, em 2011),  “O Catador de Estrelas” e “Santo de Pau Oco” em 2012 e o primeiro romance “Meu Nome é Manoel Caculé” em 2013.   Em abril de 2014 lança o livro de poesias: “Na Corda Bamba, Poesias Inéditas”.

 

Fonte: Dados Biográficos, do livro “Na Corda Bamba, Poesias Inéditas”, Carlos Alberto de Souza

 

 

Moraes, sempre receptivo e atencioso! por Beto Pereira

Texto Postado no Blog Comocoxico por Vespasiano Neto em 1.10.2009

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“Desde que encontrei MORAES pela primeira vez, após ficar famoso, percebi o quanto ficou marcado em sua lembrança o período em que morou em CACULÉ, para conclusão do curso científico no nosso saudoso “Colégio Estadual Norberto Fernandes”. Tempo também de serenatas, com os primeiros acordes, quando a luz da cidade apagava às 23:00 e, em que foi centroavante do Colo-Colo, ainda no Campão Juvêncio Carinhanha. Foi num super-show na ASCADE (Associação da Câmara dos Deputados), em Brasília, que o encontrei. Naquele ano de 1980, Moraes Moreira estava “bombando”, era sucesso no Brasil inteiro com o maravilhoso disco “Bazar Brasileiro”, lançado no ano anterior e, talvez o melhor da sua excepcional carreira como compositor. Dei um alô para ele na descida do palco e ele me chamou ao seu camarim, ordenando ao segurança que eu estava liberado para descer. Lá, nos falamos pouco devido ao grande assédio, mas, o suficiente para ele lembrar de Grampão (Arnu), Nilo, D. Iaiá com seus filhos Tidinha, Biru, Custódio, Silvinho e Lia, Chico Louro, etc.

O tempo passou e, em 1984, vim morar em Salvador, onde estou até hoje, e passei a me encontrar com ele mais frequentemente, isto é, em todos os seus shows aqui, de 84 para cá. Há alguns anos fiz amizade com seu irmão caçula, Pilô, e hoje somos grandes amigos, inclusive gravamos um disco agora recentemente, o qual faremos o lançamento em Ituaçu no próximo dia 10 de outubro. Hoje sou amigo de toda a família: D. Nita (a matriarca, uma pessoa linda com seus 92 anos); Zé Walter (o primogênito, advogado, grande escritor, cordelista); Maria Helena (uma simpatia… muito inteligente); Moraes (dispensa comentários…); Eduardo (advogado, grande negociador…) e Pilô (prá variar, também grande compositor); os cinco irmãos como diz a linda composição de Pilô: “Somos cinco feito dedos, feito dedos cinco irmãos; irmãos de sangue, corpo e alma; irmãos de cara e coração”… Também sou amigo dos seus sobrinhos Pablo (filho de Zé Walter) e Yuri (filho de Pilô com Tânia, que também é minha amiga). Não poderia deixar de falar que tive o imenso prazer de tocar e cantar um pout-pourri das músicas maravilhosas de Moraes, nos 90 anos de D. Nita, uma linda festa para parentes e amigos próximos.

No São João deste ano, estando em Caculé, fomos para Ituaçu (eu, Carrilho, Fernando Coelho, Neutinho Borborema, Márcio e Kátia) ver o show de Moraes e sua banda completa: seu filho, grande instrumentista, Davi Moraes; Cezinha na batera; Marcos Moleta no bandolim; o legendário Repôlho na percussa… Um grande show ao estilo junino, sensacional!! Lá, quando chegamos à casa de D. Nita, ele (Moraes) foi logo perguntando por Dudula, Eustórgio, Lícia, Prof. Deba, Zé Porto… Lembrou passagens no colégio, no jardim, no clube social, na caixa d’água… Não esquece de ninguém, de nada. No papo gostoso e familiar quase acabamos com o licôr maravilhoso e incomparável, feito artesanalmente por D. Nita.

Bom, finalizando, o desafio agora é levar Moraes para o próximo São João de Caculé, para o que contaremos com a ação decisiva e costumeira do nosso brilhante prefeito Luciano!! Inclusive já falei com Valdo Seabra sobre um show no Bacurau!!

Obs: Na foto a homenagem que fiz a Moraes em 2004: Moraes, eu e Pilô, e a camisa do Colo-Colo (com propaganda do bar Marajá, de Careca e Dircinho).”

Link do post no Blog Comocoxico: http://comocoxico.blogspot.com.br/2009/10/moraes-sempre-receptivo-e-atencioso-por.html  –  acessado em 25.2.2016